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Gênesis capítulo 1, versículo 4




E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. GÊNESIS 1:4

E viu Deus que era boa a luz. Acredito que Deus viu que a criação da luz seria perfeita para nos servir, afinal não tendo luz nada enxergaríamos, e sendo assim Deus teria que nos criar como morcegos. Os morcegos se orientam no escuro por um mecanismo chamado "ecolocalização" ou "sonar dos morcegos". Estes animais emitem gritos, que consistem em ondas de altíssima freqüência, inaudíveis pelo homem, emitidos pela boca ou pelas narinas. Esses impulsos de ultra-som, ao atingirem um objeto, são refletidos em forma de ecos e captados pelos ouvidos. Com esse sonar, os morcegos conseguem identificar, quando voando, a natureza do ambiente que os circunda, bem como a forma e dimensão do objeto. 

Agora, imagine você gritando por aí só pra saber onde você esta! Não daria certo!

 Após Deus nos livrar disso, criando a luz. Deus fez separação da luz e das trevas. Mas espera um minuto, como luz e trevas se misturam e como se separa?

 Bom, a palavra hebraica para luz é "or"  e ela  refere-se às ondas iniciais de energia luminosa atuando sobre a terra. Para saber mais sobre a criação da luz, veja meu post anterior de GÊNESIS 1:3.

 Conforme vimos em GÊNESIS 1:3, podemos dizer que "or" são ondas eletromagnéticas que viajando através do éter no espaço geravam luz. Mas, se ondas geravam luz, como seriam essas luzes vistas da terra? Pensei muito para entender mas finalmente eu entendi. Ondas não são continuas, ondas são repetitivas. Assim, olhar para o céu naquela época é como se estivéssemos olhando a foto acima. Como a pele de uma zebra (luz sim, luz não ou cor sim cor não).

 Quando Deus viu isso ele achou boa a luz, mas tinha um detalhe, com a terra tendo o céu do planeta inteiro sendo iluminado com faixas de luz misturados com faixas de trevas não seria possível fazer a demarcação do tempo. Então por isso Deus fez a separação entre a luz e as trevas.





 

John Lennox diz: "Como cientista estou certo e Stephen Hawking está errado. Você não pode explicar o universo sem Deus".






John Carson Lennox é um matemático e filósofo da ciência. Atualmente é professor de matemática na Universidade de Oxford.

Lennox escreveu um belo artigo no MailOnline como resposta à "nova" teoria de Stephen Hawking que as leis da física explicam como surgiu a vida na Terra.

Obviamente que nem sempre concordo com John Lennox, mas vale a pena ler o seu texto.

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Não há como negar que Stephen Hawking é intelectualmente corajoso, bem como fisicamente heróico. E em seu último livro, o renomado físico levanta um desafio audacioso para a crença religiosa tradicional na criação divina do universo.

De acordo com Hawking, as leis da física, não a vontade de Deus, fornecem a explicação real de como a vida na Terra surgiu. O Big Bang, ele argumenta, foi a inevitável consequência destas leis "porque há uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar-se do nada."



De acordo com Stephen Hawking, as leis da física, não a vontade de Deus, fornecem a explicação real de como surgiu a vida na Terra


Infelizmente, enquanto o argumento de Hawking está sendo saudado como controverso e inovador, ele dificilmente é novo.

Por anos, outros cientistas já fizeram alegações semelhantes, sustentando que a criatividade impressionante e sofisticada do mundo que nos rodeia pode ser interpretada unicamente com base em leis físicas, tais como a gravidade.

É uma abordagem simplista, mas em nossa era secular é uma abordagem que parece ter ressonância com um público cético.
Mas, como cientista e cristão, eu diria que a afirmação de Hawking é equivocada. Ele nos pede para escolher entre Deus e as leis da física, como se estivessem necessariamente em conflito mútuo.

Mas ao contrário do que afirma Hawking, as leis da física nunca podem fornecer uma explicação completa do universo. Leis em si não criam nada, elas são apenas uma descrição do que acontece sob certas condições.

O que Hawking parece ter feito é confundir lei com agente. Seu chamado para nós escolhermos entre Deus e a física é um pouco similar a alguém exigindo que nós escolhamos entre o engenheiro aeronáutico Sir Frank Whittle e as leis da física para explicar o motor a jato.

Essa é uma confusão de categoria. As leis da física podem explicar como funciona o motor a jato, mas alguém teve de construir a coisa, colocar combustível e iniciá-lo. O jato não poderia ter sido criado sem as leis da física por conta própria - mas a tarefa de desenvolvimento e criação necessitou da genialidade de Whittle como seu agente.

Da mesma forma, as leis da física nunca poderiam ter realmente construído o universo. Algum agente deve ter sido envolvido.

Para usar uma analogia simples, as leis de Isaac Newton acerca do movimento nunca enviaram por si só uma bola de sinuca através de um feltro verde. Isso só pode ser feito por pessoas que usam um taco de sinuca e as ações de seus próprios braços.

O argumento de Hawking me parece ainda mais ilógico quando ele diz que a existência da gravidade significa que a criação do universo foi inevitável. Mas como a gravidade existiu inicialmente? Quem a colocou lá? E qual foi a força criativa por trás de seu nascimento?

Da mesma forma, quando Hawking argumenta, em apoio de sua teoria da criação espontânea, que era apenas necessário o “blue touch paper” ser aceso para "colocar o universo em andamento ', a pergunta deve ser: de onde esse “blue touch paper” veio? E quem acendeu-o, se não Deus?

Grande parte do raciocínio por trás do argumento de Hawking encontra-se na idéia de que existe um conflito profundo entre a ciência e a religião. Mas esta não é uma discórdia que eu reconheço.

Para mim, como um crente cristão, a beleza das leis científicas somente reforça minha fé em uma força inteligente e criativa divina a atuar. Quanto mais eu entendo ciência, mais eu acredito em Deus por causa da minha admiração com a amplitude, sofisticação e integridade de sua criação.

A razão de a ciência florescer tão vigorosamente nos séculos 16 e 17 foi precisamente devido à crença de que as leis da natureza, que estavam sendo descobertas e definidas refletiram a influência de um divino legislador.

Um dos temas fundamentais do Cristianismo é que o universo foi construído de acordo com um projeto racional e inteligente. Longe de estar em desacordo com a ciência, a fé cristã realmente faz sentido científico perfeito.

Alguns anos atrás, o cientista Joseph Needham fez um estudo épico do desenvolvimento tecnológico na China. Ele queria saber por que a China, por todos os seus dons iniciais de inovação, tinha caído tão atrás da Europa no avanço da ciência.

Ele relutantemente chegou à conclusão de que a ciência europeia tinha sido impulsionada pela crença generalizada em uma força racional criativa, conhecida como Deus, que fez todas as leis científicas compreensíveis.

Apesar disso, Hawking, como tantos outros críticos da religião, querem nos fazer crer que nós não somos nada mais que uma coleção aleatória de moléculas, o produto final de um processo irracional.

Isso, se for verdade, minaria a racionalidade de que precisamos para estudar a ciência. Se o cérebro fosse realmente o resultado de um processo não dirigido, então não há razão para acreditar em sua capacidade de nos dizer a verdade.

Vivemos na era da informação. Quando vemos algumas letras do alfabeto soletrando o nosso nome na areia, a nossa resposta imediata é a de reconhecer o trabalho de um agente inteligente. Quanto mais provável, então, é um criador inteligente por trás do DNA humano, o banco de dados colossal biológico que contém nada menos que 3,5 bilhões 'letras'?

É fascinante que Hawking, ao atacar a religião, sente-se compelido a colocar tanta ênfase na teoria do Big Bang. Porque, mesmo que os incrédulos não gostam, o Big Bang se encaixa exatamente com a narrativa cristã da criação.

É por isso que, antes do Big Bang ter se tornado corrente, muitos cientistas estavam ansiosos para rejeitá-lo, pois ele parecia apoiar a história da Bíblia. Alguns agarraram-se na visão de Aristóteles do "universo eterno" sem início ou fim, mas esta teoria, e variantes posteriores do mesmo, estão agora profundamente desacreditadas.

Mas o apoio para a existência de Deus se move muito além da esfera da ciência. Dentro da fé cristã, há também a poderosa evidência de que Deus se revelou à humanidade através de Jesus Cristo há dois milênios. Isso está bem documentado não apenas nas Escrituras e outros testemunhos, mas também em uma riqueza de achados arqueológicos.

Além disso, as experiências religiosas de milhões de crentes não podem levianamente serem rejeitadas. Eu e minha família podemos testemunhar a influência edificante que a fé teve em nossas vidas, algo que desafia a idéia de que somos nada mais do que um conjunto aleatório de moléculas.

Assim como forte é a realidade óbvia de que somos seres morais, capazes de compreender a diferença entre o certo e o errado. Não há rota científica para tal ética.

A física não pode inspirar a nossa preocupação com os outros, ou o espírito de altruísmo que existe nas sociedades humanas desde a aurora dos tempos.

A existência de um conjunto comum de valores morais aponta para a existência de uma força transcendente além das meras leis científicas. De fato, a mensagem do ateísmo tem sempre sido curiosamente deprimente, retratando-nos como criaturas egoístas dobradas em nada mais do que a sobrevivência e auto-satisfação.

Hawking também pensa que a existência potencial de outras formas de vida no universo mina a convicção religiosa tradicional que estamos vivendo em um planeta único criado por Deus. Mas não há nenhuma prova de que outras formas de vida estão lá fora, e Hawking certamente não apresenta qualquer.

Eu sempre me divirto que os ateus muitas vezes argumentam a favor da existência de inteligência extra-terrestre fora da Terra. No entanto, eles estão muito ansiosos para denunciar a possibilidade de que já temos um vasto e inteligente ser lá fora: Deus.

A nova saraivada de Hawking não pode abalar os alicerces de uma fé que se baseia em evidências.

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Tradução: Johannes Janzen

Gênesis Capitulo 1, Versículo 1


Gênesis capitulo 1, versículo 1. "No principio criou Deus os céus e a terra."

 
Um dos versículos mais discutidos pela ciência, como foi o inicio da criação? Essa é uma das perguntas que ainda gera muitas pesquisas, debates e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.
Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas sub-atômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.

Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Entretanto, em todo os estudo sempre excluem a existência de Deus como criador, definem as partículas sub-atômicas como partículas que sempre existiram.



Quero aqui tentar explicar a minha visão de Criação do Mundo.




TEORIA RELIGIOSA, FILOSÓFICA E CIENTIFICA DE THIAGO DE A. BARBOSA


Voltemos ao nosso tema: Gênesis capitulo 1, versículo 1 " No principio criou Deus o céu e a terra"


Analisando este versículo vemos que não existe indicador de tempo na bíblia para a criação tanto do universo como da terra, acredito que no principio do qual o texto se refere nem se quer se enquadra no que tempo que vivemos que é o tempo cronos (natureza quantitativa) porque o tempo cronos só começará a existir no versículo 3 do capitulo 1 do livro de Gênesis, o principio esta dentro do tempo kairós (experiência de momento oportuno ou teologicamente, o tempo de Deus).


Somente esta primeira analise ja vemos que de fato a terra pode ter sido criada a bilhões de anos atras, eu disse pode não disse que foi, como também pode ter sido criada muito antes disso, acredito que a nossa tecnologia atual não é suficiente para explorar o universo e quantificar o tempo da terra ou do universo.


Vemos também que "no principio criou Deus os céus e a terra", e como vimos que nessa passagem não existe indicativo de tempo quantitativo (cronos) logo Deus pode ter criado tanto os céus e a terra literalmente e instantaneamente como também pode ter criado as partículas sub-atômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) e ordenado os eventos seguintes.


A verdade é que não a relatos na bíblia de como foi criada a terra e o universo, Gênesis 1:1 foi feito para mostrar o poder e soberania de Deus e também mostrar quem foi o autor da criação, não acredito que fosse do interesse de Deus colocar na bíblia como foi criado o universo, a terra e tudo mais, pois o foco central se perderia e seria impossível de ser compreendida pelas pessoas e culturas ao seu longo período de existência, cerca de 3500 anos ( cerca de 1445 - 1405 a.C. aos dias atuais).


De tudo uma coisa posso dizer que no principio criou Deus os céus e a terra, logo Deus é a origem de tudo quanto existe, nada existe por si só, mas devem a Deus a sua existência e a sua propagação.

Gênesis capítulo 1, versículo 3



Ao ler Gênesis, capítulo 1, do versículo 3 em diante, você verá que ele está dividido em seis “dias” criativos.

Há quem diga que estes eram dias literais de 24 horas, significando que o Universo inteiro e a vida na Terra foram criados em menos de uma semana! Mas é fácil descobrir que a Bíblia não ensina isso. O livro de Gênesis foi escrito em hebraico.

Nesse idioma, “dia” refere-se a um espaço de tempo. Pode ser um período longo, bem como um dia de 24 horas. Mesmo em Gênesis, os seis “dias” são englobados num só período longo — ‘o dia em que Jeová fez a terra e o céu’. ( Gênesis 2:4 Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus; note 2 Pedro 3:8. Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.) Na verdade, a Bíblia revela que os “dias” (ou eras) criativos representam milhares de anos.


Mas tem mais um detalhe, como fez-se a luz se o Sol ainda não existia? Como Deus criou a luz antes dos luzeiros ou luminares, isto é, antes de criar os astros, estrelas e planetas? Não são eles os geradores e refletores da própria luz? Como a luz foi criada no primeiro dia (Gênesis 1:3-5) e os luminares somente no quarto dia (Gênesis 1:14-19)?

Bom, quero considerar uma forma científica, Nascido em Edimburgo, na Escócia, em 1831, James Clerk Maxwell investiu em saber como a eletricidade gera magnetismo e vice-versa. Munido de baterias, ímãs e fios de cobre, Maxwell pôs-se a pesquisar.

Ao final da primeira fase de sua pesquisa, ele registrou o comportamento da eletricidade e do magnetismo na matéria de forma matemática, por meio do que conhecemos como As Quatro Equações de Maxwell.

Maxwell então fez a si mesmo uma pergunta estranha: “Como suas equações seriam formuladas no espaço vazio, no vácuo, num lugar onde não houvesse cargas elétricas, nem correntes elétricas?” Ele adaptou suas equações, reconsiderando alguns valores para os campos elétrico e magnético e outras variações do espaço tridimensional1, mas manteve (intuitivamente) a simetria entre esses campos. “Mesmo no vácuo”, comentou o astrônomo Carl Sagan2, “na ausência total de eletricidade, ou até de matéria, um campo magnético variável, segundo a proposição de Maxwell, provoca um campo elétrico, e vice-versa”. Provavelmente esse campo magnético é próprio do Universo.

Em suma, as quatro equações de Maxwell no vácuo afirmam:

1 – não há cargas elétricas no vácuo;

2 – não há unipolares magnéticos no vácuo;

3 – um campo magnético variável gera um campo elétrico; e

4 – vice-versa, um campo elétrico variável gera um campo magnético.

Assim, testando suas equações em laboratório, Maxwell observou que os campos elétrico e magnético no vácuo se propagavam, espantosamente, com a mesma velocidade que já fora medida para a luz!3 Constatou-se, então, que a eletricidade e o magnetismo estavam implicados de forma profunda na natureza da luz.

Em outras palavras, a presença de magnetismo no Universo gerava uma corrente elétrica, e vice-versa, e essa era a natureza da luz.

Curiosamente, isso, de certa forma, independe do sol que conhecemos ou das estrelas. Há uma infinidade de outros corpos celestes que podem ser os agentes produtores desses campos magnéticos e elétricos. Mas, Maxwell ainda disse que o vácuo “podia ser eletricamente polarizado”, isto é, possuir seus próprios campos eletromagnéticos, independente da matéria.

Maxwell sentiu-se obrigado a oferecer uma espécie de “modelo mecânico” para a propagação de uma onda eletromagnética (luz) através do vácuo perfeito. Assim, ele imaginou o espaço preenchido com uma substância misteriosa a que deu o nome de éter, que sustentava e continha os campos magnético e elétrico variando no tempo – algo semelhante a uma gelatina vibrante, mas invisível, que permeava o universo. O estremecimento do éter era a razão para a luz viajar através dele – assim como as ondas da água se propagam através da própria água e as ondas de som através do ar. Essa substância tinha de ser muitíssimo fina, “fantasmagórica”, quase incorpórea, para não alterar o curso dos planetas e estrelas, mas bastante rígida para sustentar todas essas ondas que se propagavam a uma velocidade prodigiosa: a velocidade da luz.

Assim, Maxwell descrevia o modo pelo qual a luz era difusa no vácuo e respondia cientificamente à pergunta que muitos de nós sempre fizemos.

Em resumo, temos:

1 – mesmo no vácuo, na ausência total de eletricidade, ou até de matéria, um campo magnético variável provoca um campo elétrico, e vice-versa;

2 – testando essas equações em laboratório, Maxwell observou que os campos elétrico e magnético no vácuo se propagavam, espantosamente, com a mesma velocidade que já fora medida para a luz;

3 – a presença de magnetismo no Universo gerava uma corrente elétrica, e vice-versa, e essa era a natureza da luz;

4 – Maxwell também considerou o espaço preenchido com uma substância misteriosa a que deu o nome de éter, responsável pela difusão da luz através do cosmo.

Albert Einstein comentou sobre a experiência de Maxwell: “A poucos homens no mundo tem sido concedida [por Deus] uma experiência dessas”.

Assim, é perfeitamente possível que a luz já existisse quando os luzeiros foram criados por Deus no quarto dia, o que não permite a conclusão de que a passagem apresenta uma contradição no relato feito pelo autor do Gênesis.

Mas ainda pode ser levantada a seguinte questão: a explicação de Maxwell exclui a criação divina do relato? A resposta é não. Não é preciso separar Deus da explicação proposta por Maxwell, pois se trata de questões distintas. A criação ex nihilo (do nada Deus faz tudo) não é excluída neste caso porque a questão levantada é qual a natureza da luz. A natureza de um evento físico é explicada por propostas dadas pela Física. Deus não pode ser explicado por eventos físicos; podemos observar evidências de Sua existência, mas não prová-la por esses meios.

Mas se considerarmos que a luz tem natureza espiritual devemos deixar de lado os experimentos de Maxwell e centrarmos em uma interpretação espiritual dos eventos da Criação, no caso a natureza da luz. Assim, para concluir, gostaria de instigá-lo um pouco.

Considere o seguinte: Deus é onipresente, está em todos os lugares, em todos os tempos, de eternidade em eternidade. João escreveu que Deus é luz (do grego foos): “Deus é luz, e não há nele trevas nenhuma” (1Jo 1.5).

Não seria o caso de uma interpretação não científica, mas espiritualizada do texto bíblico? Ora, a Bíblia foi inspirada pelo próprio Deus, e não seria errado considerar muitas de suas passagens de forma espiritual.

Quando disse “Haja luz”, Deus não estaria manifestando a Si mesmo no cosmo? A manifestação de Sua presença nas trevas (já que Deus é luz) não estaria marcando o início da criação feita por Ele mesmo? Ou a presença do Seu Espírito foi tão marcante e poderosa que até mesmo chegou a afetar o mundo físico produzindo campos eletromagnéticos, ou campos de luz? Vamos pedir luz a Ele para responder a isso, certo?

Gênesis Capitulo 1, Versículo 2


Gênesis Capitulo 1, versículo 2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.



Quando a Bíblia diz que no princípio criou Deus os céus e a terra, não quer dizer que neste ato agiu apenas uma das pessoas da divindade. Pai, Filho e Espírito estavam envolvidos na obra da criação. Colossenses 1: 16 afirma que todas as coisas foram criadas em Jesus, “por meio dele e para ele”. O próprio Jó reconhece que o Espírito de Deus dá vida, 33: 4. “O Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”, Gn 1: 2.

Deus, o Espírito - De acordo com o texto de Gênesis 1: 2, a terra era sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Aqui está a ação do Espírito na criação. “Com o sopro de sua boca Deus estabeleceu tudo”, Sl 33: 6. Na sua profunda sabedoria, Jó afirmou: “Pelo seu sopro os céus se aclararam”, 26: 13.
Gênesis 1: 2 afirma: “E o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas”. Este texto indica a atuação do Espírito do Senhor na criação do universo. A expressão “pairava sobre a face das águas” poderia ser literalmente traduzida “continuava cobrindo-a”, como faz a ave ao chocar seus ovos. O Espírito traz ordem onde há o vazio, abrindo caminho para a poderosa atuação do Deus Criador. Vemos então que no início Ele estava ao lado de Deus Pai e de Cristo.



Gênesis capitulo 1, versículo 1


Gênesis capitulo 1, versículo 1. "No principio criou Deus os céus e a terra."



Um dos versículos mais discutidos pela ciência, como foi o inicio da criação? Essa é uma das perguntas que ainda gera muitas pesquisas, debates e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas sub-atômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.

Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Entretanto, em todo os estudo sempre excluem a existência de Deus como criador, definem as partículas sub-atômicas como partículas que sempre existiram.

Quero aqui tentar explicar a minha visão de Criação do Mundo.

TEORIA RELIGIOSA, FILOSÓFICA E CIENTIFICA DE THIAGO DE A. BARBOSA


Voltemos ao nosso tema: Gênesis capitulo 1, versículo 1 " No principio criou Deus o céu e a terra"


Analisando este versículo vemos que não existe indicador de tempo na bíblia para a criação tanto do universo como da terra, acredito que no principio do qual o texto se refere nem se quer se enquadra no que tempo que vivemos que é o tempo cronos (natureza quantitativa) porque o tempo cronos só começará a existir no versículo 3 do capitulo 1 do livro de Gênesis, o principio esta dentro do tempo kairós (experiência de momento oportuno ou teologicamente, o tempo de Deus).

Somente esta primeira analise ja vemos que de fato a terra pode ter sido criada a bilhões de anos atras, eu disse pode não disse que foi, como também pode ter sido criada muito antes disso, acredito que a nossa tecnologia atual não é suficiente para explorar o universo e quantificar o tempo da terra ou do universo.

Vemos também que "no principio criou Deus os céus e a terra", e como vimos que nessa passagem não existe indicativo de tempo quantitativo (cronos) logo Deus pode ter criado tanto os céus e a terra literalmente e instantaneamente como também pode ter criado as partículas sub-atômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) e ordenado os eventos seguintes.

A verdade é que não a relatos na bíblia de como foi criada a terra e o universo, Gênesis 1:1 foi feito para mostrar o poder e soberania de Deus e também mostrar quem foi o autor da criação, não acredito que fosse do interesse de Deus colocar na bíblia como foi criado o universo, a terra e tudo mais, pois o foco central se perderia e seria impossível de ser compreendida pelas pessoas e culturas ao seu longo período de existência, cerca de 3500 anos ( cerca de 1445 - 1405 a.C. aos dias atuais).

De tudo uma coisa posso dizer que no principio criou Deus os céus e a terra, logo Deus é a origem de tudo quanto existe, nada existe por si só, mas devem a Deus a sua existência e a sua propagação.

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