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Cazuza: Uma Conversão ao Evangelho Abafada Pela Mídia???


"Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro "Fiz Parte deste Show", escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS."

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele seus últimos anos de vida.

"Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz".- Cazuza.

É um livro sensacional que certamente fortalecerá a sua fé, fazendo-te lembrar o quanto Deus pode te usar na sua obra!





O QUÊ?! ELE SE CONVERTEU E NINGUÉM SOUBE???!!!


FIZ PARTE DESSE "SHOW".



Imagine um ídolo de toda uma geração. Alguém que forme opiniões que influencie poderosamente à juventude de um país arrebatando multidões por onde passa. Para completar, o sujeito é músico, um verdadeiro fenômeno do mercado fonográfico. Pense num símbolo da anarquia, apologista da rebeldia, alguém cuja fama não se restrinja somente ao talento artístico, mas se confunda com sua elétrica e polêmica vida privada.


Atualmente, o Brasil não possui alguém que atenda a todos os adjetivos descritos. Pode até ser que haja quem preencha alguns deles, mas não todos. No passado, porém, foram muitos os cantores nacionais cujos nomes representavam a bombástica combinação "vida desregrada"+"popularidade absurda em todas as camadas sociais"+"arte politizada". De cara, três nomes me vem à mente: Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.


Agora, pense no impacto que não seria a conversão ao Evangelho de qualquer ídolo liberalista hoje((me refiro à uma conversão genuína, sem concessões; uma entrega total.). Se, por exemplo, o Zeca Pagodinho, o Rômulo Costa, o Neguinho da Beija-Flor ou a Regina Casé se convertesse, será que a indústria da noite e tudo o que ela agrega permaneceria a mesma? Se o Marcelo D2, o Mano Brown, O Gabriel Pensador ou o Falcão se rendesse a Cristo, será que todos os seus seguidores, compostos em sua maioria por favoráveis ao uso da maconha; permaneceriam defensores da erva? Se o Jean Wyllys, a Maria Gadu, a Ana Carolina ou o Luís Mott se sujeitasse ao senhorio de Jesus, será que o ativismo gay não sofreria um baque, uma perda de fôlego? Se um ídolo pertencente ao topo da cadeia músical brasileira como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Cláudia Leite ou Paula Fernandes conhecesse ao Salvador, será que a indústria fonográfica(e suas ramificações.) reagiria bem? Se um astro da televisão como Xuxa, Luciano Huck, Angélica, Miguel Falabella, Jô Soares, Ana Maria Braga, José Wilker, William Bonner ou Glória Perez renascesse no Senhor, será que os telespectadores ficariam insensíveis ao receberem a bomba? E se um indivíduo que, até certo ponto, reunisse tudo o que foi citado acima(a boemia, a droga, a simpatia LGBT, o sucesso estrondoso e a formação de opnião.) e, ainda por cima; brigasse por suas ideologias, fosse intelectualizado e podre de rico, viesse a, no mínimo, tornar-se simpatizante do Senhor Jesus Cristo??? Provavelmente o abalo não seria pequeno...


Enfim, os dois parágrafos que escrevi acima tem como fim principal chegar ao seguinte nome: Cazuza. Vítima da AIDS em 1990, talvez ele tenha sido o maior representante do liberalismo no Brasil(embora indiretamente.). Quando seu nome nos vem à mente, as primeiras coisas das quais nos lembramos são "sexo, drogas e rock'n roll". Uma vida sem qualquer direção, levada pelo vento e por uma sequência de atos aleatórios movidos por lemas como "viva a vida intensamente" ou "a minha vontade é a lei". Cocaína, maconha, álcool, relacionamentos homoafetivos, parceiros amorosos dos mais diversos, bacanais, declarações anti-cristãs e discursos políticos inflamados deram o tom da vida do artista. Tudo isso com um detalhe: ele nunca fez a mínima questão de esconder ou omitir nada.


Cazuza sempre teve um livro aberto como vida, característica típica de sua autenticidade. O que os outros não ficavam sabendo através das muitas testemunhas que costumavam acompanhar ao cantor, descobriam mediante o próprio em suas muitas entrevistas e programas de TV dos quais participava. Infelizmente(e de forma estranhíssima.), o que me deixa extremamente indignado é o fato de justamente o acontecimento mais curioso(e que poderia vir a ser o mais chocante para a opnião pública.) na vida do roqueiro jamais ter sido divulgado pela mídia. Me refiro à uma provável conversão por parte do artista.


Agora eu pergunto: quando foi que você, caro leitor, alguma vez viu na TV ou escutou no rádio qualquer comentário ou especulação acerca desse evento na vida do Cazuza? Nem que tenha sido em tom de chacota...


Quer saber mais? O fato foi (1)narrado minuciosamente (2)num livro (3)publicado (4)não de forma independente, mas numa editora de tradição no segmento evangélico, ou seja, ao pleno alcance de todos na época de sua publicação(1999.); e (5)cuja autora(Ana Maria da Costa.) e protagonista da história(ao lado do artista) encontra-se, até hoje, viva e gozando de saúde. Segundo seu relato, Ana Maria foi, nada mais, nada menos que a pessoa mais presente na vida de Cazuza, junto à Lucinha Araújo, em seus últimos 3 meses de vida. Foi a única acompanhante de enfermagem com a qual o cantor temperamental conseguiu se adaptar e, mais adiante, estabelecer um grande laço de amizade. Seu carinho e cuidado para com Cazuza foram fundamentais para que o roqueiro tivesse tido um final de vida mais tranquilo e, inclusive, para que seu quadro clínico melhorasse em certos momentos. Ele foi cativado de uma tal forma por Ana Maria que chegou ao ponto de tê-la como companhia imprescindível aonde quer que fosse.


Diante dos fatores listados acima, permita-me reformular a questão anterior indagando: quando foi que você, caro leitor, viu essa mulher(munida de uma história tão emocionante e que diz respeito a um verdadeiro fenômeno da cultura nacional que foi o Cazuza.) no Jô Soares? Quando foi que a viu no Serginho Groisman? Quando foi que a viu na Xuxa? Quando foi que a viu na Angélica ou no programa de seu marido? E na Marília Gabriela? Na Sônia Abrão, talvez? Quem sabe, então, na Luciana Gimenez? Nem nos canais a cabo??? Agora, vejamos... O que todos os apresentadores citados, bem como 99% daqueles que integram a mídia brasileira, tem em comum?


Resposta: o liberalismo. São todos responsáveis pela engenharia social que deixou nosso país como está hoje. São todos fantoches da elite global que possuem compromisso tão somente com suas contas bancárias e classe social. Em seguida, vem o que é ainda mais esquisito: nem os programas evangélicos abriram espaço para Maria da Costa ou mesmo para o anúncio de seu livro, publicado pela editora batista A.D.Santos. Falando em "batista", o que os batistas fizeram em relação a isso(seja em suas publicações e programas de TV e rádio, seja no boca a boca.). Nada mais coerente de se perguntar, já que não somente a A.D.Santos, como a própria Ana Maria da Costa também era batista.


Um abafamento total. Um boicote. Assim foi conduzido o lançamento do livro Fiz Parte Desse "Show" em 1999.


Uma bomba abafada que permanece sepultada até hoje mesmo perante o advento da internet. Nada mais natural se levarmos em consideração que estamos num país que, a despeito de suas fartas riquezas naturais capazes de sobrepujar facilmente o resto do mundo, seu principal chamariz internacional continua sendo a indústria da noite, a ideia de um paraíso tropical perfeito para a satisfação de todo tipo de fantasia(Rock In Rio, carnaval, funk, futebol, Lolopalooza, viradas culturais, réveillons, shows internacionais cada vez mais frequentes, prostituição, etc...). Não pense você, leitor, que o Brasil conquistou o direito de sediar uma Copa do Mundo emendada numa Olimpíada e, agora, deixará seus clientes, isto é, o turismo internacional a ver navios sobre suas principais expectativas quando aterrizam no solo tupiniquim. Por que você acha que, ao mesmo tempo em que querem legalizar a prostituição no Brasil, estão querendo reduzir a maioridade penal? E simples: para que a indústria da prostituição infantil que já ocorre cotidianamente debaixo dos nossos narizes possa se transformar em algo legal atendendo, destarte, à grande demanda que os muitos mega-eventos que teremos em breve(sem falar dos que já acontecem anualmente.) irá exigir e, consequentemente, trazendo um lucro tremendo ao governo às custas da exploração sexual das nossas mulheres e meninas.


Cazuza simbolizava isso tudo. Não me refiro à prostituição propriamente dita, mas à indústria que deriva ela. Pode imaginar o impacto que o testemunho de Ana Maria poderia provocar se fosse devidamente propagado? No mínimo, ele serviria para influenciar outras figuras famosas e queridas do povo, outros formadores de opinião quase tão grandes quanto ele. Por isso foi omitido. Tanto quanto as tragédias ocorridas durante o show dos Rolling Stones na praia de Copacabana, evento ovacionado pela mídia quase inteira. Tragédias que, assim como a possível conversão de Cazuza, não resolveriam problema algum caso fossem noticiadas, mas certamente trariam um desconforto, um incômodo, um obstáculo à agenda socialista que está sendo implantada neste país.


Dificilmente os fatos narrados no livro foram inventados ou alterados. Nem a mãe do cantor, Lucinha Araújo, nem qualquer outro familiar veio a público desmentir os fatos descritos ali. Por outro lado, me estranha que Lucinha, participante até hoje de tantos programas televisivos(além de ter participado de uma biografia e escrito outra que originou, por sua vez, um filme.) especiais sobre seu filho, jamais tenha mencionado Ana Maria da Costa. Sinceramente, quero me recusar a crer que ela omita isso por saber que a imagem do Cazuza que ainda vende é a imagem que o "mundo" aprendeu a amar. Me recuso a crer que ela proceda assim pensando unicamente nos aspectos comerciais(ou, no melhor dos casos, nas gordas doações feitas por essa mídia podre à Sociedade Viva Cazuza.). Prefiro achar que não passe de uma questão puramente religiosa, uma vez que se trate de uma mulher espírita.


A repercussão de uma provável conversão do cantor ao Evangelho, numa comparação com a Bíblia, equivaleria, quero crer; ao abalo de uma conversão de Barrabás junto à comunidade judaica da época. Lamentável. Uma publicação tão corajosa, ousada e honesta calada muito antes desta febre gay, deste fenômeno homossexualóide dos últimos dias.


A literatura em si é pequena, compacta, enxuta(61 páginas.). Pode ser levada para qualquer lugar e ser facilmente distribuída. Um livro de bolso perfeito que, caso voltasse a ser publicado, passaria facilmente pelas alfândegas socialistas que tem surgido em nossas escolas, empresas e repartições públicas. Escrita de maneira simples, sem um vocabulário muito rebuscado, poderia ser lida e compreendida por qualquer pessoa alfabetizada. De quebra, ainda traz fotografias da autora ao lado de Cazuza e sua mãe. Quero apenas enfatizar algo que, talvez, muitos não venham a perceber ao longo deste texto: de modo nenhum estou afirmando que Cazuza virou crente. O que estamos trabalhando aqui(o mesmo feito pelo livro, diga-se de passagem.) é unicamente a possibilidade disso ter ocorrido, fato que, por si só; seria impensável não fosse o testemunho da missionária e enfermeira vir à tona.




Encontrar esse livro hoje em dia é algo raro, seja em acervos particulares, seja em sebos. Ele teve uma tiragem de 3000 exemplares e parou por aí. A editora alega que uma ação judicial da parte da família de cazuza teria vetado as vendas de "Fiz Parte Desse Show". Para que tenham uma ideia, na mega-livraria chamada Estante Virtual (http://www.estantevirtual.com.br/), uma loja virtual contendo 11 milhões de livros disponíveis oriundos de 1300 sebos e livreiros cadastrados de todo o país; eu só encontrei 1 exemplar de Fiz Parte Desse "Show". Porém, nem tudo está perdido. O pdf dele pode ser baixado ou lido on-line pelos seguinte links:

http://pt.scribd.com/doc/23293988/Fiz-Pa...aria-Costa

http://www.4shared.com/file/143353435/76...costa.html



Para que os cristãos preconceituosos e cheios de pisar em ovos de plantão, faço questão de expor abaixo não somente o currículo da autora(na época.), como também algumas das principais passagens do livro.

SINOPSE DO LIVRO

"Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro "Fiz Parte deste Show", escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS."

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele seus últimos anos de vida.

"Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz".- Cazuza.

É um livro sensacional que certamente fortalecerá a sua fé, fazendo-te lembrar o quanto Deus pode te usar na sua obra!

Fonte: Livro - Fiz Parte Desse Show

Editora: A.D. Santos de Curitiba"

Santidade? O que é santidade?





Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui:


1) A santidade não tem nada a ver com usos e costumes. Ser santo não é guardar uma série de regras e normas concernentes ao vestuário e tamanho do cabelo. Não é ser contra piercing, tatuagem, filmes da Disney. Não é só ouvir música evangélica, nunca ir à praia ou ao campo de futebol. Não é viver jejuando e orando, isolado dos outros, andar de paletó e gravata. Para muitos, santidade está ligada a esse tipo de coisas. Duvido que estas coisas funcionem. Elas não mortificam a inveja, a cobiça, a ganância, os pensamentos impuros, a raiva, a incredulidade, o temor dos homens, a preguiça, a mentira. Nenhuma dessas abstinências e regras conseguem, de fato, crucificar o velho homem com seus feitos. Elas têm aparência de piedade, mas não tem poder algum contra a carne. Foi o que Paulo tentou explicar aos colossenses, muito tempo atrás: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2.23).


2) A santidade existe sem manifestações carismáticas e as manifestações carismáticas existem sem ela. Isso fica muito claro na primeira carta de Paulo aos Coríntios. Provavelmente, a igreja de Corinto foi a igreja onde os dons espirituais, especialmente línguas, profecias, curas, visões e revelações, mais se manifestaram durante o período apostólico. Todavia, não existe uma igreja onde houve uma maior falta de santidade do que aquela. Ali, os seus membros estavam divididos por questões secundárias, havia a prática da imoralidade, culto à personalidade, suspeitas, heresias e a mais completa falta de amor e pureza, até mesmo na hora da celebração da Ceia do Senhor. Eles pensavam que eram espirituais, mas Paulo os chama de carnais (1Coríntios 3.1-3). Não estou negando as manifestações espirituais. Creio que Deus é Deus. Contudo, Ele mesmo nos mostra na Bíblia que manifestações espirituais podem ocorrer até mesmo através de pessoas como Judas, que juntamente com os demais apóstolos, curou enfermos e ressuscitou mortos (Mateus 10.1-8). No dia do juízo, o Senhor Jesus irá expulsar de sua presença aqueles que praticam a iniquidade, mesmo que eles tenham expelido demônios e curado enfermos (Mateus 7.22-23).


3) A santidade implica principalmente na mortificação do pecado que habita em nós e em viver de acordo com a vontade de Deus revelada nas Escrituras. Apesar de regenerados e de possuirmos uma nova natureza, o velho homem permanece em nós e carece de ser mortificado diariamente, pelo poder do Espírito Santo. É necessário mais poder espiritual para dominar as paixões carnais do que para expelir demônios. E, a julgar pelo que estamos vendo, estamos muito longe de estar vivendo uma grande efusão do Espírito. Onde as paixões carnais se manifestam, não há santidade, mesmo que a ortodoxia doutrinária seja defendida ardorosamente, doentes sejam curados, línguas sejam faladas e demônios sejam expulsos. A Bíblia não faz conexão direta entre santidade e manifestações carismáticas e defesa da ortodoxia. Ao contrário, a Bíblia nos adverte constantemente contra a ortodoxia dos fariseus, contra os falsos profetas, Satanás e seus emissários, cujo sinal característico é a operação de sinais e prodígios, ver Mateus 24.24; Marcos 13.22; 2Tessalonicenses 2.9; Apocalipse 13.13; Apocalipse 16.14.

4) É mais difícil vencer o domínio de hábitos pecaminosos do que quebrar maldições, libertar enfermos, e receber prosperidade. O poder da ressurreição, contudo, triunfa sobre o pecado e sobre a morte. Quando “sabemos” que fomos crucificados com Cristo (Romanos 6.6), nos “consideramos” mortos para o pecado e vivos para Deus (Romanos 6.11), não permitimos que o pecado “reine” sobre nós (Romanos 6.12) e nem nos “oferecemos” a ele como escravos (Romanos 6.13), experimentamos a vitória sobre o pecado (Romanos 6.14). Aleluia!


5) A santidade é progressiva. Ela não se obtém instantaneamente, por meio de alguma intervenção sobrenatural. Deus nunca prometeu que nos santificaria inteiramente e instantaneamente. Na verdade, os apóstolos escreveram as cartas do Novo Testamento exatamente para instruir os crentes no processo de santificação. Infelizmente, influenciados pelo pensamento de João Wesley – que noutros pontos tem sido inspiração para minha vida e de muitos outros –, alguns buscam a santificação instantânea, ou a experiência do amor perfeito, esquecidos que a pureza de vida e a santidade de coração são advindas de um processo diário, progressivo e incompleto aqui nesse mundo.

6) A santificação é um processo irresistível na vida do verdadeiro salvo. Deus escolheu um povo para que fosse santo. O alvo da escolha de Deus é que sejamos santos e irrepreensíveis diante dele (Efésios 1.4). Deus nos escolheu para a salvação mediante a santificação do Espírito (2Tessalonicenses 2.13). Fomos predestinados para sermos conformes à imagem de Jesus Cristo (Romanos 8.29). Muito embora o verdadeiro crente tropece, caia, falhe miseravelmente, ele não permanecerá caído. Será levantado por força do propósito de Deus, mediante o Espírito. Sua consciência não vai deixá-lo em paz. Ele não conseguirá amar o pecado, viver no pecado, viver na prática do pecado. Ele vai fazer como o filho pródigo, “Levantar-me-ei e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti” (Lucas 15.18). Ninguém que vive na prática do pecado, da corrupção, da imoralidade, da impiedade, – e gosta disso – pode dizer que é salvo, filho de Deus, por mais próspero que seja financeiramente, por mais milagres que tenha realizado e por mais experiências sobrenaturais que tenha tido.

Precisamos de santidade! E como! E a começar em mim. Tenha misericórdia, ó Deus!



Uma vida com propósito - Daniel 1: 8 a 17



8 Mas Daniel assentou no seu coração não se contaminar com o alimento e o vinho que o monarca lhes dava. Pediu então a esse responsável que lhes permitisse alimentarem-se antes de outras coisas. 


9 Aconteceu até que Deus fez que esse homem tivesse uma certa simpatia especial para com Daniel e usasse de uma certa tolerância.
10 No entanto ficou alarmado com a sugestão de Daniel: "Tenho receio que vocês fiquem com um aspecto mais débil quando comparados com os outros da vossa idade, e que o rei me mande decapitar por ter negligenciado as minhas responsabilidades." 


11-13 Daniel foi ter com o mordomo, a quem o responsável tinha encarregado de cuidar de Daniel, de Hananias, de Misael e de Azarias, sugerindo-lhe que durante dez dias os deixasse submeterem-se a um regime de apenas vegetais e água; no final desse período o mordomo poderia comparar a aparência deles com a dos outros que comiam da comida do rei e logo veria se sim ou não continuariam com esse regime alimentar. 



14-16 O mordomo acabou por concordar. No fim dos dez dias, Daniel e os seus três amigos pareciam mais saudáveis e mais bem alimentados do que os jovens que tinham comido a comida real. O mordomo passou assim a dar-lhes unicamente vegetais e água, retirando-lhes da alimentação os outros ricos pratos e os vinhos. 


17 Deus concedeu a estes quatro moços uma grande capacidade de aprendizagem, de tal forma que em breve dominavam já os conhecimentos e a cultura daquele tempo. Deus deu mesmo a Daniel uma especial competência para compreender o significado de sonhos e de visões. 






Em Mateus 24: 12 Jesus disse que no final dos tempos, "por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos iria se esfriar". Creio que ja estamos vivendo esses tempos. Nos dias atuais quantos dizendo-se cristãos e vivendo uma vida sem compromisso algum com Deus e com sua palavra? Parece que para tais crentes, o céus nada significa. Ignoram o sacrifício do filho de Deus que foi morto para salvar o homem da condenação eterna. Muitos estão dentro das igrejas vivendo uma vida vazia das coisas de Deus, e cada vez mais se afastam dos propósitos de Deus.


DANIEL - O EXEMPLO A SER SEGUIDO

1. Estabelecer princípios: Mesmo em terra estranha e na condição de escravo, Daniel guardava a palavra do Senhor no coração e seu propósito acima de tudo era manter-se fiel a Deus.

2. Fidelidade em qualquer situação: Daniel foi levado para a Babilônia juntamente com seus amigos Hananias, Misael e Azarias. Mudaram-se para a Babilônia, seus nomes foram mudados mas, NÃO MUDARAM NA BABILÔNIA. Permaneceram fieis a Deus. Quantos irmãos ao mudarem de seu ambiente natural, mudam completamente seu relacionamento com Deus? Se transformam conforme o ambiente em que vivem. Ao invés de influenciarem, são eles que são influenciados.

3. Não se contaminar, o grande desafio: Daniel propôs em seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei. Este foi um dos maiores desafios de Daniel e seus amigos na Babilônia. O cristão fiel constantemente é desafiado a permanecer firme no seu propósito de santidade, a ser um verdadeiro adorador num mundo cheio de mentiras e iniquidades. Quantos hoje tem seguido o exemplo de Esaú, trocando a bênção de Deus por um prato de guisado, não separam mais o santo do profano, não sentem mais a graça de Deus em suas vidas.

4. Propósito definido: Daniel e seus amigos sabiam o que queriam. Ficaram firmes nas suas decisões de serem fiéis a Deus, mesmo que isso lhes custassem suas próprias vidas. É necessário manter-se firme na fé nas adversidades. O apóstolo Paulo mesmo diante de muitas perseguições, prosseguia para o alvo, não abriu mão do seu propósito de alcançar a coroa da vida.

5. Certeza da providência divina: Daniel tinha vida com Deus, estava certo de que o Senhor lhes daria a vitória diante do rei. Uma vida reta diante de Deus e dos homens, são ingredientes indispensáveis para uma oração respondida. Salmo 111:51 "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus".

6. O cuidado de Deus para com os fiéis: Por serem fiéis, Daniel e seus amigos foram grandemente abençoados por Deus na Babilônia. O Senhor lhes concedeu conhecimento, inteligência em todas as letras, e sabedoria e também deu a Daniel entendimento em toda a visão e sonhos. Salmo 111:10 "O temor do Senhor é o principio da sabedoria; o seu louvor permanece para sempre".

Conclusão

Creio que o povo de Deus, seria muito mais abençoado se vivesse uma vida em conformidade com a palavra de Deus e tivesse mais compromisso com a obra do Senhor. Se hoje muitos crentes estão num estado morno espiritualmente, com certeza é porque estão mais interessados nas coisas da terra e desprezam a glória do céu. São pessoas amantes de sí mesmas conforme disse o apóstolo Paulo no cap. 3 da sua segunda carta ao jovem Timóteo.


Autor. Pr. Sebastião J. Silva
E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.
Ora, Deus fez com que Daniel achasse graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.
E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; pois por que veria ele os vossos rostos mais tristes do que os dos outros jovens da vossa idade? Assim porias em perigo a minha cabeça para com o rei.
Então disse Daniel ao despenseiro a quem o chefe dos eunucos havia constituído sobre Daniel, Hananias, Misael e Azarias:
Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se nos dêem legumes a comer, e água a beber.
Então se examine diante de ti a nossa aparência, e a aparência dos jovens que comem a porção das iguarias do rei; e, conforme vires, procederás para com os teus servos.
E ele consentiu isto, e os experimentou dez dias.
E, ao fim dos dez dias, apareceram os seus semblantes melhores, e eles estavam mais gordos de carne do que todos os jovens que comiam das iguarias do rei.
Assim o despenseiro tirou-lhes a porção das iguarias, e o vinho de que deviam beber, e lhes dava legumes.
Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos.
E ao fim dos dias, em que o rei tinha falado q
Daniel 1:8-18
E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar.
Ora, Deus fez com que Daniel achasse graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.
E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; pois por que veria ele os vossos rostos mais tristes do que os dos outros jovens da vossa idade? Assim porias em perigo a minha cabeça para com o rei.
Então disse Daniel ao despenseiro a quem o chefe dos eunucos havia constituído sobre Daniel, Hananias, Misael e Azarias:
Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias, e que se nos dêem legumes a comer, e água a beber.
Então se examine diante de ti a nossa aparência, e a aparência dos jovens que comem a porção das iguarias do rei; e, conforme vires, procederás para com os teus servos.
E ele consentiu isto, e os experimentou dez dias.
E, ao fim dos dez dias, apareceram os seus semblantes melhores, e eles estavam mais gordos de carne do que todos os jovens que comiam das iguarias do rei.
Assim o despenseiro tirou-lhes a porção das iguarias, e o vinho de que deviam beber, e lhes dava legumes.
Quanto a estes quatro jovens, Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras, e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda a visão e sonhos.
E ao fim dos dias, em que o rei tinha falado q
Daniel 1:8-18

BOB MARLEY

 
  Essa é uma homenagem a Bob Marley, visto por muitos como símbolo de rebeldia e drogas, mas eu vejo pedras clamando!

As mensagens de Bob Marley atraves de suas musicas suas conversas nos mostram o desejo do inconciente coletivo da juventude pela felicidade, pelo fazer o certo, pela compaixão, pelo amor! As mensagens passadas por Bob Marley estão além do que muitos filosofos conseguiram expressar e ensinar!

Protanto, com a palavra, Robert Nesta Marley! Bob Marley!

"Seja humilde pois ate mesmo sol com toda sua grandeza se poe e deixa a lua brilhar"

Não preciso ter ambições. Só tem uma coisa que eu quero muito: que a humanidade viva unida... negros e brancos todos juntos."

"Dificil não é lutar por aquilo que se quer,
E sim desistir dakilo que se mais ama.
Eu desisti, mas não pense que foi por nã ter coragem de lutar,
E sim por não ter mais condições de sofrer"

"É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida..."

"Vocês dão risada de mim por eu ser diferente, eu dou risada de vocês que são todos iguais".

' Se Todos Derem ás Mãos Quem Sacará ás Armas ? '

"..As vezes construímos sonhos encima de grandes pessoas,
o tempo passa e vimos que grandes eram os sonhos e as pessoas
pequenas de mais para realiza-los.."

Se Deu criou as pessoas para Amar, e as coisas para cuidar. Prq Amamos as coisas e usamos as PEssoas""

OS Homens Pensaam Qe possuem Uma Mente, Mas é a menteQe os PoSSui"
Hà Pessoas Qe Amam o Poder,E Outras qe tem i Poder De Amar"

Eu Olho Para Dentro Di Mim, E Não Me IMporto com o qe as PEssoas FAzem ou Dizem Eu Me preocupo só com as coisas CErtas"

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos,haverá guerra"

"O que mais te surpreende na humanidade?"
"Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
...e morrem como se nunca tivesse vivido."

"Alguns vão te odiar, fingem que te amam agora. Então, pelas costas, eles tentam te eliminar. Mas quem Deus abençoa, ninguem amaldiçoa!"

Emancipem-se da escravidão mental;
Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossa mente.

Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.


Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!

Não me olhe tão orgulhoso
E diga que ando mal.
Quem é você pra me julgar
E a vida que eu levo?
Eu sei que não sou perfeito
E nem exijo ser
Então,antes de me apontar o dedo
Esteja certo de suas mãos estarem limpas

"As letras das músicas podem ensinar algo às crianças. Não é apenas diversão. Você não vai conseguir divertir uma pessoa que está com medo ou com fome."

Eu so do tαmαnho dαquilo que sinto, que vejo e que fαço, nαo do tαmαnho que os outros me enxergαm.

" Errar é humano, perdoar é preciso, e correr atrás daquilo que realmente queremos é uma obrigação! Viva, ame, pense, erre, caia, levante. E depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto, faça tudo o que desejar fazer, diga te amo sem medo de não ouvir isso depois, aproveite a vida, nunca se sabe o dia de amanhã..."

supere os demonios com um a coisa chamado AMOR

VIVA PARA SI E MORRA SÓ,VIVA PARA TODOS E VIVA ETERNAMENTE!!!!!


"Se choras por não ter visto o pôr-do-sol, as lágrimas não lhe permitirão ver as estrelas."

"Jamais cruze os braços diante uma dificuldade , pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos"

No mundo em que vivo meu melhor amigo é que me da a facada por trás !



a verdade é que todo mundo vai te machucar...
voce so tem que escolher...
por quem vale a pena sofrer..


"A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego."


Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...

Preocupe-se com α suα consciênciα do que com α suα reputαçαo.Porque suα consciênciα é o que você é α suα reputαçαo é o que os outros pensam!

"Felizes os que possuem amigos... aqueles que tem sem pedir, pois amigos não se pede, não se compra e nem se vende; agente sente"

"A justiça cobrirá a terra como a água cobre o mar. Eu não quero o sucesso, o sucesso não me diz nada. Muitas pessoas têm sucesso mas vivem como mortos."

" A vida não é feita de sonhos que se realizam, mais sim de realidades que nunca sonhamos"

”As pessoas que mais gostamos, são as mesmas que nos decepcionam, pois pensamos que são perfeitas e esquecemos que são humanas.”


Ja mais perca o seu EQUILIBRIO por mais forte q seja o vento da tempestade.




GLORIA A DEUS!

História do hino Rude Cruz


H.A. 211 - Rude Cruz

 







O Rev. George Bennard nasceu nos Estados Unidos. Sua primeira infância foi passada em Youngstown, Ohio. Ele relata que quando tinha apenas dezesseis anos de idade seu pai faleceu, e recaíram sobre ele as responsabilidades de chefe de família, com quatro irmãs e a mãe viúva para cuidar.

Foi então que George encontrou no Exército de Salvação uma torre de forças. Uniu-se a eles e trabalhou em suas fileiras por um bom numero de anos. Ali Bernnard viu a humanidade lutando pela sobrevivência. Ele descobriu que o povo necessitava de algo sólido em que agarrar-se, algum apoio duradouro em suas vidas diárias.


Após alguns anos, George Bernnard entrou para a Igreja Metodista Episcopal, onde seu devotado ministério foi altamente apreciado.


Ele relata: "A inspiração veio-me em um dia de 1913 quando estava em Albion, Michigan. Comecei a escrever 'Rude Lenho se Ergueu'. Compus primeiro a melodia. As palavras que escrevi no início eram imperfeitas. A letra definitiva do cântico foi posta em meu coração em resposta as minhas próprias necessidades."


"O cântico foi mostrado a alguém pela primeira vez quando visitei amigos na paróquia de Pokagon, Parsonage, Michigan. A família Bostwick era dada à música, assim, após o jantar fomos para o piano. Eu estava ansioso por mostrar-lhes meu cântico, e encontrei a oportunidade."


"Cantei-o, e então, nervosamente, perguntei o que achavam dele." "Gostamos tanto", responderam, "que achamos que deve ser impresso... Deixe-o conosco, e nos encarregaremos das despesas."


A primeira ocasião em que foi ouvido em público foi no "Chicago Evangelistic Institute" (Instituto Evangelístico de Chicago). Tornou-se logo popular. Em pouco tempo, igrejas de todos os estados da União estavam cantando "Rude Lenho se Ergueu."


Fonte: Histórias de Hinos e Autores - CMA - Conservatório Musical Adventista




H.A. 211 - Rude Cruz

George Bennard, o autor e compositor deste hino, um dos mais amados no mundo inteiro, estava de volta de uma série de conferências evangelísticas nos Estados de Michigan e Nova Iorque, EUA. Estava passando por uma dura provação. Começou a refletir seriamente sobre o significado da cruz, e o que o apóstolo Paulo queria dizer quando falou da "participação dos seus sofrimentos" (Filipenses 3:10). Enquanto Bernnard meditava sobre estas verdades, "se convenceu de que a cruz era muito mais do que um símbolo religioso, era o coração do evangelho. " Foi neste tempo que este hino nasceu.


Bernnard conta a história:
"A inspiração me veio em um dia em 1913, enquanto estava em Albion, Michigan, EUA. Comecei a escrever Rude Cruz. Compus a melodia primeiro. A letra que escrevi estava imperfeita. As palavras completas do hino foram postas [mais tarde] no meu coração em resposta à minha própria necessidade. Pouco tempo depois, em 7 de junho, apresentei o hino numa conferência em Pokagon, Michigan."


Depois de o hino ser apresentado numa grande convenção em Chicago, tornou-se imensamente popular no país todo, e, em pouco tempo, ao redor do mundo. Apareceu primeiro num folheto, e em seguida, no hinário Heart and Life Songs, for the Church, Sunday School, Home and, Camp Meetings (Cânticos para o Coração e a Vida, Para a Igreja, Escola Dominical, o Lar e Reuniões Campais), publicado em 1915.


Bennard tinha razão. A cruz é o coração do evangelho, e Deus usou o sofrimento deste seu servo para abençoar o mundo até hoje.


George Bennard, filho de um mineiro, nasceu em Youngstown, Estado de Ohio, em 4 de fevereiro de 1873. Pouco tempo depois, a família mudou-se para o Estado de Iowa. Foi na cidade de Lucas que George se converteu numa reunião do Exercito da Salvação. Desejava ser pastor mas aos dezesseis anos, com a morte do seu pai, tornou-se o único sustento da sua mãe e quatro irmãs. Tornou-se impossível adquirir mais educação formal, mas George entrou nas fileiras do Exército da Salvação. Adquiriu conhecimento teológico através do seu próprio estudo e do convívio com pastores. Mudou-se com a família para Ilinois, e mais tarde se casou. Ali o casal trabalhou lado a lado na liderança do Exército da Salvação. Após alguns anos, deixando este trabalho, Bennard foi consagrado ao ministério metodista, e começou quarenta anos frutíferos em conferências evangelísticas no norte dos Estados Unidos e no Canadá.


Bennard escreveu mais de trezentos hinos, mas será lembrado especialmente por este. Em 9 de outubro de 1958, aos 85 anos, depois de levar fielmente sua cruz. George Bennard trocou-a por "uma coroa".


O nome da melodia, OLD RUGGED CROSS, (Velha Rude Cruz) provém do título do hino que por muitos anos foi considerado o gospel hymn predileto do povo americano. O missionário F. A. R. Morgan traduziu este hino em 1924.
Bibliografia: Wyrtzen Donald John, in: Osbeck, Kenneth W. , 101 More Hymn Stories, Grand Rapids, Mt, Kregel Publications, 1985, p. 317.

 

História e testemunho do hino Quão Grande és Tu.



H.A. 034 - Quão Grande És Tu




 
Letra e Música: Carl Boberg 1859-1940)
Esta história começa na Suécia. Carl Boberg nasceu em Monsteras, na Costa sudoeste da Suécia, em 16 de Agosto de 1859. Seu pai era carpinteiro num estaleiro de navios, e sua casa dava bem para o estuário do rio Monsteras. 


Carl converteu-se aos 19 anos de idade. Num certo domingo, quando ia para a reunião, encontrou-se com alguns jovens pouco mais velhos do que ele, os quais insistiam para que fosse jogar em sua companhia e de algumas garotas amigas. Carl, que esperava encontrar, na reunião, o pregador que anteriormente tinha tocado profundamente em seu coração, e, não querendo perder o seu novo sermão, não aceitou o convite dos amigos.

A mensagem do pregador, naquele domingo, sobre o pecado e a graça foi direta ao coração de Boberg. Após a reunião, todavia, vagueou de um lado para outro sob profunda convicção de pecado, a tal ponto que, ao chegar a uma campina, caiu de joelhos e confessou-se um pecador irremediavelmente perdido. Nesse estado de espírito buscou o perdão, orando dia e noite, até que, ouvindo um menino tentando aprender de cor o versículo de João 14.13, que diz: "Tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei", a sua constante repetição fez com que ele compreendesse a verdade e assim encontrasse perdão e paz, simplesmente aceitando as palavras de Cristo.


Quatro anos mais tarde, no verão se 1885, Boberg escreveu o poema "O Store Gud", que conhecemos agora como "Quão Grande és Tu", e que foi publicado pela primeira vez em "A Folha de Monsteras", no dia 13 de Março de 1886. De 1890 até 1916 Boberg foi editor de um semanário cristão, "Testemunho da Verdade". De 1911 até 1924 foi representante de sua cidade no Parlamento Sueco. Sofreu, porém, um derrame em 1937, que paralisou o seu lado direito, vindo a falecer em 1940.


Naquele dia quente de verão de 1885, Carl Boberg e outros da sua cidade foram a uma reunião que se realizaria a duas milhas ao sul de Monsteras. De volta para casa, desabou uma tempestade; os raios riscaram os céus e os ventos sopraram sobre as plantações. Em apenas uma hora a tempestade cessou e o arco-iris apareceu! Chegando em casa, Boberg abriu a janela e viu o estuário que ficava em frente à sua casa, como se fosse um límpido espelho. Repetiu, então, baixinho, os versos de Nicander: "Bem vinda, ó brilhante tarde; Bem vinda, calma e linda".


Da outra banda do rio ouviu o canto dos pássaros no bosque. Tinha havido um funeral naquela mesma tarde e, de longe, podia ser ouvido o repicar dos sinos, na quietude daquele entardecer. A atmosfera e a beleza da paisagem tocaram a mente poética de Boberg e ali encontrou expressões para escrever o hino que hoje conhecemos come "Quão Grande és Tu".
Em 1891, Boberg, sendo editor de um daqueles periódicos, publicou o seu hino com aquela música.


É interessante notar que já em 1910 este hino havia sido traduzido para o português, pelo ilustre hinólogo Dr. João Gomes da Rocha, tradutor de inúmeros hinos, e foi publicado no hinário "Louvores", em 1938, pelo Centro Brasileiro de Publicidade Ltda. Esta tradução constava de dez estrofes e coro (Se os Hinos Falassem, Vol.1).


Em 1907 apareceu uma versão em alemão, feita por Manfred Von Glehn, residente na Estônia. Mas em 1927, outro pregador russo, Ivan S. Prokhanoff, conhecido como o "Martinho Lutero da Rússia moderna", publicou uma versão em russo, a qual foi incluída no hinário chamado "Kimvale" (Címbalos), uma coleção de hinos traduzidos de várias línguas.


Em 1923, o inglês Stuart Keene Hine, um dos nossos mais dinâmicos e dedicados missionários, deixou a Inglaterra, a sua terra natal e foi com sua esposa anunciar o Evangelho na Ucrânia.


Ali conheceram a versão russa de "Grandioso és Tu", logo que havia sido publicada por Ivan S. Prokhanoff. O Sr Hine e sua esposa não sabiam, ainda, que o mesmo havia sido escrito originalmente em sueco. Eles apenas recordam-se de que o cantavam em dueto em campanhas evangelísticas.
Na pequena vila mais próxima das montanhas, na qual o autor subiu, ali mesmo ele pôs-se em pé na rua, cantou um hino Evangélico e leu, em voz alta, o capítulo três do Evangelho segundo João. Entre os atenciosos ouvintes que se aproximaram estava o mestre-escola (professor primário) daquela vila russa. Naquele momento foi-se formando uma grande tempestade e, não tendo o missionário onde se abrigar, o professor russo, que se tornara amigo, ofereceu-lhe hospedagem.


Como foram inspiradores aqueles "potentes trovões", ecoando através das montanhas! Foram aquelas impressões que deram origem à primeira estrofe do hino em inglês:
Senhor, meu Deus! Quando eu, maravilhado,
Considero as obras feitas por Tua mão,
Vejo as estrelas, ouço o trovão potente,
O Teu poder demonstrado através de todo o universo:
Então minha alma canta a Ti, Senhor,
Quão Grande és Tu! Quão Grande és Tu!


Prosseguindo, o escritor atravessou a montanha fronteiriça com a Roménia, e lá, nas Bukovinas, (a terra das frondosas faias) encontrou alguns crentes. Juntamente com os jovens, passeou "entre as clareiras dos bosques e florestas" e "ouviu os pássaros cantando suavemente sobre as árvores". Como que instintivamente, todos começaram a cantar o hino "Quão Grande és Tu", traduzido por Ivan S. Prokhanoff, acompanhados de bandolins e violões.
Assim, inspirados parcialmente pela letra em russo e parcialmente pela visão de "todas as obras feitas pela Tua mão", as estrofes seguintes foram surgindo, em inglês!


Quando eu vagueio pelas matas e clareiras na floresta,
E ouço pássaros a cantar nas árvores docemente;
Quando olho desde a grandeza da montanha altaneira
Ouço o riacho e sinto a suave brisa:
Então minha alma.....


Contudo, pouquíssimos daqueles habitantes dos Montes Cárpatos, que viram ao seu redor as maravilhosas "obras das Tuas mãos", sabiam algo a respeito da salvação que aquele mesmo Deus grandioso havia providenciado - a grande obra mencionada na terceira estrofe.


Esta foi inspirado pelo seguinte fato:
Enquanto o missionário distribuía folhetos, de vila em vila, numa distância de 120 milhas, deparou com uma notícia surpreendente: "Há um homem que já possui uma Bíblia, a somente 20 milhas daqui", disse alguém. Esta novidade levou o irmão Hine a dirigir-se à humilde casa dum homem chamado Dimitri. A saudação cristã do missionário causou grande surpresa e alegria ao hospedeiro, pois antes, apenas dois outros crentes o haviam visitado, tendo ousado atravessar aquelas montanhas!


E, como foi que Dimitri veio a conhecer a Cristo? É o que vamos ver em seguida:
Dezenove anos antes, os exércitos Czaristas invadiram os Cárpatos e a vila onde Dimitri morava ficava bem no limite. Na pressa em retirar-se, um soldado russo deixou a sua Bíblia para trás. Porém, ninguém, na pequena vila, sabia ler, e, assim, a Bíblia ficou guardada até o dia da visita do Sr. Hine!
A esposa do Sr. Dimitri foi a primeira a aprender a ler e, como uma criança que está aprendendo as primeiras sílabas, começou a soletrar em voz alta para todos os vizinhos admirados, as palavras de João 3.16: "Por- que Deus a- mou o mun - do de tal ma - nei - ra ...".Lentamente, mas com perseverança, ela soletrava em voz alta, a mais maravilhosa história já ouvida, até chegar ao relato da crucificação, Foi aí que as lágrimas começaram a rolar e, homens e mulheres, com os joelhos dobrados, invocaram a Deus em voz alta!
Cerca de 12 pessoas foram realmente convertidas e o irmão Hine chegou justamente naquele momento e pôde ouvir o clamor de todos juntos, cada um expressando (inconscientes da presença dos demais) a sua profunda admiração por verem, pela primeira vez, a revelação do amor de Deus manifestado no Calvário.


Eis o que diz a terceira estrofe (na versão em inglês):
"E quando penso que Deus não poupando a Seu Filho,
Enviou-O para morrer, - mal posso entender
Que sobre a cruz, suportando de bom grado o meu fardo,
Verteu Seu sangue e morreu a fim de tirar o meu pecado"


A quarta estrofe só apareceu após a segunda guerra mundial, durante a qual a casal Hine teve de transferir a sua residência para a Grã Bretanha. No ano de 1948 o país foi superlotado com a entrada de 100.000 refugiados de guerra, acrescidos aos 165.000 poloneses que lá já se encontravam. Quando um crente vindo de um país soviético foi visitá-los e deu-lhes oportunidade de fazer qualquer pergunta, um deles perguntou, expressando o desejo do coração de todos:


"Quando vamos para o lar?"


Que melhor mensagem poderia ser dada àquelas pessoas sem lar, do que a que anuncia Aquele que foi preparar um lugar para os "desabrigados". o lar celestial oferecido a quantos O receberam como Salvador e Senhor? Um russo foi convertido na Inglaterra e estava profundamente pesaroso por não poder dar a alegre notícia à sua esposa. Esta confessara o Senhor, a quem ele, naquela ocasião, não quis receber, e depois disso eles foram separados por causa da guerra, perdendo totalmente o contacto um com o outro. Agora ele anelava pelo dia "quando Cristo vier e levar-me ao lar", onde ela teria a grata surpresa de encontrar a esposo querido.


Esta confessara o Senhor, a Quem ele, naquela ocasião, não quis receber, e depois disso eles foram separados por causa da guerra, perdendo totalmente o contacto um com o outro. Agora ele anelava pelo dia "quando Cristo vier e levar-me ao lar", onde ela teria a grata surpresa de encontrar a esposo querido.


Inspirada por estes fatos, nasceu a quarta estrofe (na versão em inglês):
"Quando Cristo vier com brado de aclamação
E levar-me ao lar - que gozo encherá meu coração!
Então me prostrarei em humilde adoração
E proclamarei: Meu Deus, quão grande és Tu!"
Nosso irmão Stuart Hine, já idoso, em correspondência com o irmão Luiz Soares, forneceu os dados históricos deste hino tão belo, que se tornou tão popular através da sua excelente versão. O Irmão Hine examinou e aprovou a tradução de "Quão Grande és Tu", feito pelo irmão Luiz Soares para Hinos e Cânticos, onde devidamente autorizada, aparecerá com o número 467. A música trará o arranjo do próprio Hine.
Fonte: http://www.refrigerio.net/hinos14.html

"O que importa é que Cristo está sendo pregado". Tem certeza?



 

Um amigo no Twitter me perguntou se Filipenses 1:18 não justificaria o show gospel. Acho que ele tinha em mente o festival gospel na Globo e a hipotética novela da Globo com uma heroína evangélica e as apresentações de cantores gospel em programas seculares.

Para quem não lembra, Paulo diz o seguinte em Filipenses 1:15-18:

“Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” (Fp 1:15-18).

A interpretação popular desta passagem, especialmente desta frase de Paulo no verso 18, “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” – é que para o apóstolo o importante era que o Evangelho fosse pregado, não importando o motivo e nem o método. A conclusão, portanto, é que podemos e devemos usar de todos os recursos, métodos, meios, estratégias, pessoas – não importando a motivação delas – para pregarmos a Jesus Cristo. E que, em decorrência, não podemos criticar, condenar ou julgar ninguém que esteja falando de Cristo e muito menos suas intenções e metodologia. Vale tudo.

Então, tá. Mas, peraí... em que circunstâncias Paulo disse estas palavras? Se não me engano, Paulo estava preso em Roma quando escreveu esta carta aos filipenses. Ele estava sendo acusado pelos judeus de ser um rebelde, um pervertedor da ordem pública, que proclamava outro imperador além de César.


Quando os judeus que acusavam Paulo eram convocados diante das autoridades romanas para explicar estas acusações que traziam contra ele, eles diziam alguma coisa parecida com isto: “Senhor juiz, este homem Paulo vem espalhando por todo lugar que este Jesus de Nazaré é o Filho de Deus, que nasceu de uma virgem, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, e que está assentado a direita de Deus, tendo se tornado Senhor de tudo e de todos. Diz também que este Senhor perdoa e salva todos aqueles que creem nele, sem as obras da lei. Senhor juiz, isto é um ataque direto ao imperador, pois somente César é Senhor. Este homem é digno de morte!”

Ao fazer estas acusações, os judeus, nas próprias palavras de Paulo, “proclamavam a Cristo por inveja e porfia... por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias” (verso 17).

Ou seja, Paulo está se regozijando porque os seus acusadores, ao final, no propósito de matá-lo, terminavam anunciando o Evangelho de Cristo aos magistrados e autoridades romanos.

Disto aqui vai uma looooonga distância em tentar usar esta passagem para justificar que cristãos, num país onde são livres para pregar, usem de estratégias no mínimo polêmicas para anunciar a Cristo. Tenho certeza que Paulo jamais se regozijaria com isto, pois ele mesmo disse:

“Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Co 2:17).

“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2Co 4:1-2).


“Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1Co 2:1-5).

Portanto, usar Filipenses 1:18 para justificar que qualquer estratégia serve para anunciar o Evangelho é usar texto fora do contexto como pretexto.

 

O que remover de nossa vida para crescer na Graça?



Paulo relaciona seis coisas que devemos remover de nossas vidas se for para crescer na graça de Cristo: “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia” (Efésios 4:31).

Muitos cristãos acham que uma vida de santidade consiste de oração consistente, estudo intenso da Bíblia, e de servir aos outros sacrificialmente. Em verdade, todas estas coisas podem contribuir para a santidade. No entanto não ousemos deixar de lado estas seis questões na lista de Paulo.

O apóstolo diz que definitivamente precisamos enfrentar tais coisas se quisermos crescer na graça. Você pode ser um missionário, oferecendo a vida em sacrifício, não tendo posses, gastando todo o seu tempo no serviço aos outros. Mas se você ignorar as questões de coração que Paulo menciona aqui, você entristecerá o Espírito Santo. O seu crescimento será interrompido, e você acabará como zumbi espiritual.Os primeiros três itens da lista de Paulo – amargura, cólera e ira – são auto-explicativos.

Amargura é a recusa de se deixar sair uma velha mágoa ou recusa de perdoar um erro passado. Cólera é uma fortaleza de ressentimento ligada à esperança de se vingar. Ira é uma exasperação – seja uma explosão súbita e explosiva, ou um lento queimar de indignação por alguém.Já falamos a respeito de “gritaria”, ou palavras que destroem. Então, vejamos os dois itens restantes – blasfêmias e malícia. O que Paulo quer dizer com isso?Ao preparar esta mensagem, dei uma parada e entrei em nosso quarto, o qual minha mulher estava arrumando. Notei que a enorme e pesada penteadeira tinha sido posta no meio do quarto. Obviamente, Gwen a havia colocado lá para poder limpar por trás.Nada mexe comigo mais do que quando minha esposa tenta mover móveis pesados sem minha ajuda. Sempre fico com medo de ela se machucar. Desde que nos casamos peço à ela: “Nunca faça isso sozinha. É só me chamar e te ajudo”.Quando vi o que ela havia feito, fulminei-a: “Mas que burrice! Você poderia ter se machucado. Por que não me chamou? Você sabe o que eu penso disso”.

Coloquei a penteadeira de volta no lugar, o tempo todo murmurando: “Essa é a coisa mais burra que já vi. Nunca mais faça isso. Você não é a Mulher Maravilha”.Quando voltei ao escritório, imediatamente fui à palavra “ira”. Pedi ao Espírito Santo que me mostrasse o que isso significava. Ele respondeu rapidamente: “Ira é o que você acabou de mostrar à tua mulher”. Ira é uma súbita explosão por nada – um rebuliço desnecessário, um barulhão feito sem propósito. Produzimos ira quando fazemos grande agitação de algo insignificante, ou produzimos uma cena em vez de tentar ajudar ou curar.Imediatamente entendi o que eu houvera feito. Fui à Gwen e me desculpei: “Amor, me perdoe. A única coisa que eu fiz aqui foi produzir ira e muito barulho”.O item final na lista de Paulo é malícia (“maldade” na Nova Versão Internacional). Malícia é o desejo de se ver alguma outra pessoa sofrer. Para muitos cristãos, malícia significa ter esperança de que Deus vá punir alguém que os tenha ferido; isso é um espírito diabólico, e geralmente está oculto fundo no coração. Em verdade, a maioria dos crentes nunca verbaliza sua malícia. Mas eventualmente ela cresce quando descobrem que seu inimigo foi atingido. Podem ter apenas um breve momento de satisfação, ou mesmo expressar pesar pela pessoa atingida – mas ainda têm um espírito de malícia.

Quando Paulo diz, “Remova de ti todas estas coisas más”, ele não está falando de um acerto instantâneo. Ele está descrevendo um processo – uma questão de crescimento que exige tempo. Às vezes, podemos falhar ao tentar nos livrar destes males. Mas se rapidamente nos arrependermos, e nos comprometermos a fazer a coisa certa com a outra pessoa, com o passar do tempo tais questões irão sumir.Jesus deixa claro: não podemos continuar sem perdoar os outros, na ira ou na malícia. Se não livrarmos nossas vidas destas questões mortais, permaneceremos sem perdão para os nossos próprios pecados. Então as nossas iniquidades se acumularão contra nós, a despeito de nossa consagração e boas obras (v. Mateus 6:14-15).Então, examine a sua vida cuidadosamente.

E recorde estas definições: graça é a capacitação concedida pelo Espírito Santo para nos tornarmos mais como Jesus. E crescer na graça é aumentar na semelhança de Cristo através do poder do Espírito. Finalmente, continue fazendo essa pergunta: “Estou me tornando mais como Jesus pela confiança no poder do Espírito Santo?”.

-David Wilkerson

As 99 ovelhas



Em Lucas 15, Jesus propõe uma parábola, que ficou conhecida como “A parábola da centésima ovelha”. Diz assim: “Então. lhes propôs Jesus esta parábola: Qual. dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E,indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.“.

Geralmente, o foco dessa parábola fica sobre a centésima ovelha, aquela que se perdeu e o bom pastor foi buscar. Quando se faz um sermão sobre isso, o pregador normalmente se concentra nessa ovelha, na necessidade de evangelizar, de ganhar almas. Eu quero fazer o contrário: meu foco aqui é falar sobre as 99 ovelhas que ficaram.

No contexto, Jesus deixa claro que essas 99 representam “noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento”, ou seja, os cristãos salvos, aqueles que fazem parte da Igreja. Essas 99 representam aquelas que vivem uma vida eclesiástica certinha, vão aos cultos, estão dentro dos conformes. Mas eu fico pensando nas crises e nos problemas que elas têm. Nas ovelhas dentre essas 99 que sofrem de sarna, têm carrapatos, comeram capim ruim e estão com sor de estômago, sentem sede. Uma 
coisa que muitos não reparam nessa parábola é o local onde o pastor deixa essas 99 ovelhas: no deserto. Deserto é um lugar onde se morre de calor durante o dia e se congela de frio à noite. Cheio de escorpiões, cobras venenosas, escassez de água, tempestades de areia e outras dores. É um lugar horrível para se estar. Assim é o mundo em que vivemos.

Geralmente, ao ouvirmos essa parábola só lembramos da alegria pelo retorno da ovelha perdida, do jubilo que há no Céu por sua volta. Mas não pensamos no sofrimento das 99 que ficaram. Pois, depois que o pastor chegar com a centésima e se rejubilar com os amigos, vai juntá-lá ao rebanho. E as cem continuarão ali, no deserto, com todos esses problemas.

Sim, temos de evangelizar. Mas não basta ganhar almas e jogá-las para dentro do curral. Se não cuidarmos, escovarmos, alimentarmos, catarmos os carrapatos, ensinarmos sobre o perigo que é uma serpente venenosa e abandonarmos as ovelhas ao frio e ao calor insuportáveis, é capaz que elas fiquem tão infelizes que resolvam buscar uma vida melhor e paz em outros lugares. E quando você se dá conta, uma ficou e 99 foram embora, fugiram, saíram em busca de pastos diferentes.


Desde a minha conversão, muito ouço sobre “ganhar almas”. Já ouvi um pastor dizer “a missão da Igreja é ganhar almas”. Não é. A missão da Igreja, acima de tudo, é glorificar Deus. Logo em seguida, é fazer discípulos. Mateus 28 diz “Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”. Ou seja, não basta sair e evangelizar: é preciso discipular. Cuidar. Zelar. Educar. Fortalecer. Ensinar. Solidificar a fé demonstrada no dia da conversão.

Sempre que você for ler a Biblia, leia o que ela diz. Mas ouça o que ela não diz. A centésima ovelha é a protagonista da parábola. Só nunca se esqueça dos coadjuvantes, para que eles não venham a se tornar protagonistas.

O cego de Jericó



...e o pobre de espírito de Mateus 5:3
"(35) Aconteceu que, ao aproximar-se ele de Jericó, estava um cego assentado à beira do caminho, pedindo esmolas. (36) E, ouvindo o tropel da multidão que passava, perguntou o que era aquilo. (37) Anunciaram-lhe que passava Jesus, o Nazareno. (38) Então, ele clamou: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! (39) E os que iam na frente o repreendiam para que se calasse; ele, porém, cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! (40) Então, parou Jesus e mandou que lho trouxessem. E, tendo ele chegado, perguntou-lhe: (41) Que queres que eu te faça? Respondeu ele: Senhor, que eu torne a ver. (42) Então, Jesus lhe disse: Recupera a tua vista; a tua fé te salvou. (43) Imediatamente, tornou a ver e seguia-o glorificando a Deus. Também todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus" (Lucas 18:35-43).
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus" (Mateus 5:3).

I. INTRODUÇÃO
Pobre de espírito ou humilde de espírito é aquela pessoa que chega ao ponto de reconhecer a sua total incapacidade de realizar o bem que Deus requer dela. É aquela pessoa que chega a conclusão de sua total falência espiritual, notando assim que não tem absolutamente nada a oferecer a Deus em troca da salvação da sua alma.
Somente aqueles que chegam a esta conclusão estão prontos a receber a graça de Deus nas suas vidas.
Depois destas considerações passemos a estudar os acontecimentos que mudaram radicalmente a vida de um homem cego:

II. A INUTILIDADE DO HOMEM CEGO (35)
Este era um homem que não produzia nada. Era, do ponto de vista humano, um completo inútil. Vivia de favores, de esmolas, daquilo que mendigava. Como era privado da visão, certamente dependia que lhe guiassem de casa até o local de mendigar e depois de volta a ela. Ele vivia na mais completa escuridão. Sem luz, sem dinheiro, sem alegria, sem orgulho, sem dignidade. A presença das trevas sufocava diariamente sua miserável existência.
Contudo, havia uma remota esperança de mudar a sua situação. Provavelmente ele ouvira que existia alguém capaz de mudar a sua sofrida condição de vida. Alguém que podia torná-lo em alguém diferente.

III. O CLAMOR POR MUDANÇA (36-38)
Por incrível que possa parecer, a situação daquele homem lhe proporcionou a oportunidade de experimentar a graça do Deus-Homem Jesus Cristo!
Naquela situação, totalmente impotente quanto a sua sorte, tomou conhecimento que Jesus passava por ali e estava ao alcance da sua voz, não titubeou e começou a gritar a plenos pulmões: "Jesus filho de Davi, tem misericórdia de mim!" Ele resolveu lançar-se em total dependência aos pés do Senhor Jesus.
Porém, alguns na multidão não viram com bons olhos a sua atitude.

IV. A OPOSIÇÃO AO CLAMOR DO CEGO (39)
É interessante quando notamos que a atitude do cego incomodou aqueles que seguiam com Jesus. As pessoas o mandaram calar a boca. Talvez pensassem consigo: "O Mestre é um homem ocupado e não deve ser incomodado por um mendigo maltrapilho", ou talvez: "O Mestre não pode perder tempo com um simples mendigo cego". Assim eles o ordenavam que ficasse quieto.
Mas, o cego não dando ouvidos a eles, gritou ainda mais: "Jesus filho de Davi, tem misericórdia de mim!" Ele quebrou o protocolo, mandou "as favas" os que o queriam impedir de clamar. Não ligou para a oposição. Aquele insistente homem só queria uma coisa: Falar com Jesus!
Ele clamou tanto que mesmo em meio ao alvoroço da multidão Jesus o ouviu. Aquele homem estava para experimentar algo que o deixaria totalmente realizado. Ainda hoje é assim, em meio aos bilhões de pessoas se você clamar a Jesus Ele ouvirá o seu clamor. Ele sempre terá tempo para você!

V. FRENTE A FRENTE COM JESUS (40-42)
Lemos que Jesus parou sua caminhada e mandou que o cego fosse trazido à sua presença. Então em meio a tantas pessoas o cego conseguiu a atenção do Mestre. Por um momento Jesus ignora a multidão e dá toda a sua atenção àquele homem.
Jesus lhe faz uma pergunta crucial: "O que você quer que eu lhe faça?" Então o cego responde de forma direta: "Senhor, eu quero ver". Jesus, notando a total dependência daquele homem nele satisfaz o sue pedido e milagrosamente faz com que ele recupere a visão.
Agora ele podia ver o rosto das pessoas, os pássaros, as nuvens no céu, o sol, as flores, as arvores etc., etc. Que maravilha! A fé daquele homem o levou a experimentar tamanha benção na sua vida.
Então ele passou a seguir a Jesus e a glorificar a Deus. Não só ele, mas também todo o povo que havia visto o milagre, a transformação ocorrida naquele homem.

VI. CONCLUSÃO
Começamos nosso estudo explicando o que Jesus quis dizer com ser pobre de espírito. E talvez você esteja pensando: "O que é que eu tenho a ver com ser pobre de espírito e com este cego?"
Talvez mais do que você pensa. Acontece que, segundo a Bíblia, todos nós somos ou já fomos cegos. Não que soframos de cegueira física, mas que sofremos de um tipo pior de cegueira, a cegueira espiritual. Esta cegueira é provocada pelo inimigo da nossa alma Satanás. Senão vejamos: "Mas se o nosso evangelho está encoberto, para os que estão perecendo é que esta encoberto. O deus desta era CEGOU o entendimento dos descrentes, para que NÃO VEJAM A LUZ do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus."

A diferença deste tipo de cegueira espiritual para a cegueira física é que esta é facilmente admitida. Um cego não diz que não é cego, mas muitos que estão cegos espiritualmente jamais admitem estar cegos. Assim não são pobres de espírito e, conseqüentemente não são bem aventurados, não são felizes. Então podemos ver que todos nós temos tudo em comum com o cego de Jericó, mas nem todos tem nada em comum com o pobre de espírito.
Nos achamos bons demais para precisar recorrer unicamente ao sacrifício de Jesus para garantir a salvação da perdição eterna. Afinal não sou tão ruim assim. Então não nos chegamos ao Senhor Jesus para que Ele tire esta venda infernal que Satanás colocou na nossa mente. Muitos continuam cegos por puro e simples orgulho. UNS CONFIAM NA SUA BONDADE PRÓPRIA, OUTROS NA SUA IGREJA, OUTROS NA TRADIÇÃO EVANGÉLICA HERDADA DOS PAIS e assim por diante.

Continuam totalmente cegos e conseqüentemente perdidos, condenados ao fogo eterno do inferno. Isto porque nunca clamaram: "Senhor Jesus tem misericórdia de mim, sou cego e preciso da sua luz."Se você chegou a conclusão de que é cego e precisa desesperadamente que Jesus lhe dê visão espiritual, se você está cansado de andar tropeçando na vida, se você já não agüenta mais o seu atual estado espiritual, eu convido você a clamar de todo o coração: "SENHOR JESUS EU ESTOU CEGO E NEM SABIA, ACHAVA QUE ERA UM DOS TEUS MAS VI QUE ESTAVA CONFIANDO EM OUTRAS COISAS E NÃO EM TI SOMENTE, Ó SENHOR RECONHEÇO QUE SOU UM PECADOR E PRECISO DO TEU PERDÃO. TIRA A VENDA QUE NÃO ME DEIXA VER A TUA GLÓRIA E ME DÁ DA TUA LUZ, POIS PRECISO DESESPERADAMENTE DA SUA SALVAÇÃO". AMÉM!

CURSO DE TEOLOGIA