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JIM ELLIOT - MISSIONÁRIO E MÁRTIR



A Historia do missionário Jim Elliot e seus 4 Amigos.





A história de Jim Elliot e seus quatro amigos é uma das histórias missionárias mais empolgantes e inspiradoras. Jim Elliot nasceu em 8 de Outubro de 1927 na cidade de Portland, no estado americano de Oregon. Jim pertencia a uma família cristã dedicada ao Senhor; desde cedo foi instruído nos caminhos de Deus, e veio a receber a Cristo como seu salvador aos 8 anos de idade. Fred, um pastor batista, e Clara Elliot, seus pais, eram bastante cuidadosos quanto à instrução bíblica de seus filhos e exerceram forte influência na formação de suas vidas.

Jim revelou-se um jovem bastante talentoso, destacando-se em todas as atividades que se envolvia. Era líder de sua classe, e detentor de uma brilhante oratória. Elaborou um aclamado discurso de honra em homenagem ao presidente americano, Franklin D. Roosevelt, por ocasião de seu falecimento. Graduou-se em “desenho arquitetônico” na High School e depois se transferiu para a faculdade cristã de Illinois, a Wheaton College, onde se graduou com as mais elevadas honras.

Convicto de sua vocação e chamado, Jim prioriza seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para o seu ministério. Empenha-se no estudo do grego, já visando uma possível tradução do evangelho para alguma língua nativa. Segundo o registro de seu diário, sua vida tinha sido profundamente impactada pelos testemunhos de missionários como David Brainerd e Hudson Taylor.

Jim Elliot orava constantemente: “Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito…”. Durante seus estudos conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais. Apesar de seus sentimentos um pelo outro, aguardaram em oração a confirmação de Deus, e somente após a graduação eles se casaram. Jim e Elizabeth se casaram em 1953, na cidade de Quito (Equador) e em 1955, nasceu sua filha Valerie.

Jim recusou convites para pastorear em algumas igrejas nos ministérios da juventude. Para alguns líderes, Jim tinha um futuro bastante promissor no ministério pastoral nas igrejas do EUA. Por esta razão foi criticado quando insistia em sua decisão em levar o evangelho de seu Salvador aos índios na Amazônia. Jim convenceu dois de seus amigos (Ed McCully e Peter Fleming) que trabalhavam com ele numa rádio de difusão do evangelho a participarem da escola linguística, juntamente com ele e Elisabeth. Mais tarde , os três amigos e suas esposas (Jim e Elisabeth casaram-se no Equador) partem para o Equador para trabalharem com os índios Quechua. No Equador, um piloto missionário, Nate Saint, e sua esposa juntaram-se ao grupo. Conseguiram estabelecer uma estação da missão entre os índios Quechua. Jim e Elizabeth trabalharam na tradução do Novo Testamento para a língua dos Quechuas. Nesse tempo Jim se lembrou dos índios Aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuíam nenhum contato com o mundo exterior. Com o propósito de levar o evangelho aos índios Huaoranis, o grupo começou a elaborar um plano que ficou conhecido como Operação Auca.

Roger Youderian, um novo missionário, com sua esposa pediram para se juntar ao grupo. Nate Saint, conseguiu avistar alguns índios Aucas sobrevoando algumas áreas que foram demarcadas no mapa da operação. A partir de então começaram sistematicamente sobrevoar as áreas dos Huaoranis durante quatro meses levando presentes. Amarrado por uma corda, um balde cheio de roupas, bugicangas, cereais e fotografias dos missionários era levado pelo avião que em vôos baixos deixava cair os presentes. Os índios Aucas chegaram a colocar no balde um papagaio e alguns enfeites de suas vestimentas. Diante do progresso alcançado, os cinco jovens missionários resolvem montar um acampamento às margens do rio Curray.

Através de uma estação de rádio comunicavam constantemente com suas esposas que tinham ficado na base da missão.

Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz. Outros contatos foram feitos por mais algumas vezes e um daqueles índios chegou a voar com Nate Saint em seu avião, sobrevoando sua própria aldeia. Incentivados por uma visita no dia 7 de Janeiro, os missionários decidiram ir até a aldeia dos Huaoranis. Acordaram cedo e louvaram ao Senhor na manhã de 8 de Janeiro. Nate e Jim sobrevoando a área da aldeia dos Aucas avistaram um grupo de 20 a 30 índios se movendo em direção ao acampamento. Através do rádio comunicaram com suas esposas e decidiram ás 16:30 entrarem em contato novamente.

Ao chegarem na praia de seu acampamento, Nate e Jim avisaram aos outros que os Aucas estavam vindo. Munidos de armas decidiram não utilizá-las. Pouco tempo depois chegaram os Aucas e pouco esses cinco jovens puderam fazer. Foram mortos pelos Aucas naquele dia de 8 de Janeiro de 1956. Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Helicópteros e forças do exercito equatoriano sobrevoando o rio Curray encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Seus corpos foram encontrados brutalmente perfurados por lanças e machados. O relógio de Nate Saint foi encontrado parado em 15:12 minutos, do que se deduz a hora em que foram mortos.

As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos Aucas. A tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.

A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre: “Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo”. 

Um grande testemunho: 

Hoje, Steve Saint, filho de Nate Saint (que também estava entre os cinco missionários), é missionário junto com um dos índios que matou seu pai, e vive no Equador.

Todos sabiam que os Huaoranis (Aucas) eram selvagens e matavam. Steve sabia que o seu pai levava um revolver e uma espingarda. Antes do Nate ser morto pelos índios, na despedida deles, Steve perguntou ao pai:

“Se os índios atacarem você vai se defender? Vai usar as armas?”

Nate respondeu:

“Filho, não podemos atirar nos Huaoranis porque eles não estão prontos para ir ao Céu, nós sim estamos.”

Os antropólogos afirmam que hoje diminuiu em 90% o índice de mortes, por homicídio, nas tribos dos índios Huaoranis. Esta é a diferença que Jesus faz na vida das pessoas.

A Biografia de Jim Elliot foi compilada por Luciano Hérbet e publicada em seu blog.
* Extraído do site da Família Yud - missionários entre os índios no Peru.
* COMUNIDADE CRISTÃ LOGOS

MISSÕES X MENTIRAS


Até quando a igreja, as lideranças evangélicas e os crentes brasileiros vão mentir descaradamente na tentativa inútil de se safarem do compromisso com Missões? Sim, eu disse mentir! Pensei em amenizar um pouco usando o “omitir”, mas chega! A igreja tupiniquim precisa de um choque de verdade pra ver se sai desse fosso no qual se enfiou!

Se algum irmão, líder ou colega ficar bravo, que fique, mas vamos para com essa hipocrisia de uma vez por todas?! Vamos assumir que muitos argumentos utilizados para “justificar” os pecados relativos à ação missionária não passam de mentiras, maquiadas e manipuladas para parecerem argumentações plausíveis aos ouvidos, porém, não menos abomináveis Àquele que disse “... ide, fazei discípulos de todas as nações ...”; “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.” e “... e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.”
Para não ficar dando muitas voltas, vou direto às mentiras mais comuns e fazer o desmentido a meu modo:

- “Não temos dinheiro” – Até parece! Para comprar terrenos, materiais de construção, comprar bancos, reformar, pagar contas, realizar eventos recreativos e outras coisas do gênero tem e pra Missões não? Ah, ta!

- “Nosso campo missionário é aqui, em nosso bairro” – Só rindo pra não chorar... Toda igreja faz parte da Igreja, e a Igreja tem um chamado e uma responsabilidade missional universais. Logo, se a igreja, que está dentro da Igreja, não obedece e não cumpre seu papel não pode ser Igreja... Entendeu?! Se não, leia quantas vezes for preciso que vai entender!

- “Temos que fazer isso ou aquilo primeiro, pra depois pensar em missões” – Ora, ora... Já imaginou se nossos antepassados pensassem assim? Eu e você estaríamos fritos! Então, é mais bonito admitir que o Reino de Deus não tem prioridade nenhuma nas vidas, que o Senhor deve se contentar com o resto, com o que sobra, inclusive do tempo.

- “Não tenho um chamado” – Tudo bem. Vamos reler essa frase biblicamente: “Não sou convertido”. Simples assim!

- “Existem pessoas mais capacitadas do que eu” – Deus jamais dependeu de gente capacitada. Nos registros bíblicos e testemunhos da história podemos facilmente confirmar isso. É ele quem capacita. O que realmente falta na praça é gente consagrada, comprometida com visão de alcançar as pessoas para Cristo.

- “Mexer com missões dá muito trabalho” – Só se for pro diabo! Em Filipenses 2.13 diz: Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” Entendeu? É Senhor quem realiza o trabalho através da igreja, dos irmãos. Logo, nosso trabalho é a menor parte.

Mesmo que alguns não gostem ou repudiem o exposto acima, acredito (e espero) que esse pequeno texto (leia-se desabafo) ao menos contribua para uma reflexão um pouco mais cuidadosa e responsável sobre a maneira como os leitores lidam com Missões daqui para frente – de preferência sem mentiras.

MISSÕES URBANAS: O DESAFIO MISSIONÁRIO DAS CIDADES


O grande campo missionário desse século são as cidades. Eles necessitam cada dia de mais missionários e igrejas que estejam dispostas a gastar suas vidas em prol do resgate da cidade. O campo já está pronto para a ceifa, esperando os ceifeiros.

A igreja deve servir a Deus na cidade com todas as suas forças e estruturas, pois só assim o Reino divino será implantado e o Senhor será glorificado.

O que é preciso nos dias de hoje para que a igreja realmente se envolva com a missão na cidade? Falta, em um primeiro momento, uma real paixão por Cristo e por sua obra. Ao mesmo tempo em que vemos um mundo carente de amor, a igreja padece na transmissão desse, porque não tem uma experiência real e profunda com seu Noivo. O amor pela obra parece, muitas vezes, superar o amor pelo Cristo ressurreto. Troca-se a fonte do amor pela consequência desse.

E a paixão pela igreja de Cristo? Paulo por muitas vezes tomou as dores de Cristo pela igreja. Essa era uma preocupação do apóstolo resultado do grande amor por Cristo. Paulo deu sua vida em prol da igreja porque se viu na obrigação de seguir os passos de Jesus. Paulo era um verdadeiro interessado por tudo o que acontecia dentro da igreja, onde quer que fosse. O que acontece atualmente é que nos fechamos em “guetos” eclesiais, e o resto "não é da minha conta".

E o que a paixão pela igreja de Cristo tem a ver com isso tudo? Tem tudo a ver. Quando somos verdadeiros apaixonados pela igreja, tomamos suas dores e fazemos de tudo para tentar apresentá-la a Cristo da melhor maneira possível. Nós nos tornamos instrumentos na mão do Mestre para operar na igreja a plástica necessária para que ela seja sem mácula, ruga, ou coisa semelhante.

Portanto, uma pastoral relevante para o contexto urbano levará em conta uma vida cristã autêntica e um testemunho poderoso em todas as esferas da cidade. Levará também em conta a pregação das boas novas no poder do Espírito de Jesus, porque sem ele nada podemos fazer (Jo 15.5). Em ação com o Espírito Santo, uma pastoral voltada para as necessidades das pessoas da cidade, juntamente com princípios e métodos de educação e instrução com objetivos bem definidos. Por fim, é necessário realmente encarnar o ministério pastoral-eclesial na cidade. A igreja precisa deixar de ver a cidade como antro e lugar profano, e passar a olhar com misericórdia. Na realidade a cidade depende da igreja como agente transformador, pois ela é a resposta de Deus para a cidade.

(Extraído do artigo “Elementos para uma missão urbana”)

QUANDO UMA IGREJA NÃO INVESTE EM MISSÕES


Há muitas desculpas para as igrejas não investirem suficientemente em Missões.
Mas, além do problema sério que é usar desculpas para omitir (que é pecado por si só) a suprema tarefa da Igreja, este comportamento esconde muitas outras coisas. Na verdade, igrejas não investem em Missões por vários motivos:

- Rebeldia – Quando uma igreja não investe em missões opõe-se ao projeto de Deus de alcançar todo o mundo com o Evangelho.
- Egoísmo – Ao investir toda sua renda e concentrar todos os esforços e demais recursos em torno de si mesma, a igreja demonstra desprezo aos que estão perdidos sem Cristo.
- Dureza de coração – Há forte resistência à voz do Espírito Santo em uma igreja que não está comprometida com Missões. Afinal, onde há o Espírito aí há ação missionária!
- Prioridades erradas – Jesus nunca disse para construirmos grandes catedrais ou organizarmos mega shows; também não disse que precisaríamos investir em grandes almoços e grandes encontros com empresários da cidade. Ele disse: “Grande é a seara, mas os ceifeiros são poucos.”!
- Visão empresarial – Nas igrejas modernas o que manda é o “custo-benefício” e, Missões, na interpretação dos pastores-gerentes, “Missões só impõe gastos sem retorno!”.
- Ausência de pregação e ensino sobre o tema – Pela simples omissão, ignorância ou medo de despertar missionários dentro de suas congregações, muitos ministros preferem “abafar o caso”.
- Obstrução maligna – Hoje em dia penso que muitas congregações saíram do Plano de Deus para as nações e entraram na agenda do Diabo, distraindo-se com porfias, divisões, heresias e muitas outras ocupações infernais, dentro e fora delas!

Quando uma igreja não investe em Missões precisa avaliar sua conduta à luz da Palavra. Por este crivo, qualquer pessoa com o mínimo de cultura bíblica vai chegar à conclusão de que a única razão de ser, que mantêm a Igreja do Senhor na Terra é fazer com que o Evangelho seja conhecido em todos os povos, tribos e raças. Não havendo esta consciência, quaisquer igrejas, por mais exuberantes ou atraentes que sejam não merecem existir. Podem fechar as portas!

Organizações missionárias


Cazuza: Uma Conversão ao Evangelho Abafada Pela Mídia???


"Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro "Fiz Parte deste Show", escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS."

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele seus últimos anos de vida.

"Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz".- Cazuza.

É um livro sensacional que certamente fortalecerá a sua fé, fazendo-te lembrar o quanto Deus pode te usar na sua obra!





O QUÊ?! ELE SE CONVERTEU E NINGUÉM SOUBE???!!!


FIZ PARTE DESSE "SHOW".



Imagine um ídolo de toda uma geração. Alguém que forme opiniões que influencie poderosamente à juventude de um país arrebatando multidões por onde passa. Para completar, o sujeito é músico, um verdadeiro fenômeno do mercado fonográfico. Pense num símbolo da anarquia, apologista da rebeldia, alguém cuja fama não se restrinja somente ao talento artístico, mas se confunda com sua elétrica e polêmica vida privada.


Atualmente, o Brasil não possui alguém que atenda a todos os adjetivos descritos. Pode até ser que haja quem preencha alguns deles, mas não todos. No passado, porém, foram muitos os cantores nacionais cujos nomes representavam a bombástica combinação "vida desregrada"+"popularidade absurda em todas as camadas sociais"+"arte politizada". De cara, três nomes me vem à mente: Raul Seixas, Cazuza e Renato Russo.


Agora, pense no impacto que não seria a conversão ao Evangelho de qualquer ídolo liberalista hoje((me refiro à uma conversão genuína, sem concessões; uma entrega total.). Se, por exemplo, o Zeca Pagodinho, o Rômulo Costa, o Neguinho da Beija-Flor ou a Regina Casé se convertesse, será que a indústria da noite e tudo o que ela agrega permaneceria a mesma? Se o Marcelo D2, o Mano Brown, O Gabriel Pensador ou o Falcão se rendesse a Cristo, será que todos os seus seguidores, compostos em sua maioria por favoráveis ao uso da maconha; permaneceriam defensores da erva? Se o Jean Wyllys, a Maria Gadu, a Ana Carolina ou o Luís Mott se sujeitasse ao senhorio de Jesus, será que o ativismo gay não sofreria um baque, uma perda de fôlego? Se um ídolo pertencente ao topo da cadeia músical brasileira como Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Cláudia Leite ou Paula Fernandes conhecesse ao Salvador, será que a indústria fonográfica(e suas ramificações.) reagiria bem? Se um astro da televisão como Xuxa, Luciano Huck, Angélica, Miguel Falabella, Jô Soares, Ana Maria Braga, José Wilker, William Bonner ou Glória Perez renascesse no Senhor, será que os telespectadores ficariam insensíveis ao receberem a bomba? E se um indivíduo que, até certo ponto, reunisse tudo o que foi citado acima(a boemia, a droga, a simpatia LGBT, o sucesso estrondoso e a formação de opnião.) e, ainda por cima; brigasse por suas ideologias, fosse intelectualizado e podre de rico, viesse a, no mínimo, tornar-se simpatizante do Senhor Jesus Cristo??? Provavelmente o abalo não seria pequeno...


Enfim, os dois parágrafos que escrevi acima tem como fim principal chegar ao seguinte nome: Cazuza. Vítima da AIDS em 1990, talvez ele tenha sido o maior representante do liberalismo no Brasil(embora indiretamente.). Quando seu nome nos vem à mente, as primeiras coisas das quais nos lembramos são "sexo, drogas e rock'n roll". Uma vida sem qualquer direção, levada pelo vento e por uma sequência de atos aleatórios movidos por lemas como "viva a vida intensamente" ou "a minha vontade é a lei". Cocaína, maconha, álcool, relacionamentos homoafetivos, parceiros amorosos dos mais diversos, bacanais, declarações anti-cristãs e discursos políticos inflamados deram o tom da vida do artista. Tudo isso com um detalhe: ele nunca fez a mínima questão de esconder ou omitir nada.


Cazuza sempre teve um livro aberto como vida, característica típica de sua autenticidade. O que os outros não ficavam sabendo através das muitas testemunhas que costumavam acompanhar ao cantor, descobriam mediante o próprio em suas muitas entrevistas e programas de TV dos quais participava. Infelizmente(e de forma estranhíssima.), o que me deixa extremamente indignado é o fato de justamente o acontecimento mais curioso(e que poderia vir a ser o mais chocante para a opnião pública.) na vida do roqueiro jamais ter sido divulgado pela mídia. Me refiro à uma provável conversão por parte do artista.


Agora eu pergunto: quando foi que você, caro leitor, alguma vez viu na TV ou escutou no rádio qualquer comentário ou especulação acerca desse evento na vida do Cazuza? Nem que tenha sido em tom de chacota...


Quer saber mais? O fato foi (1)narrado minuciosamente (2)num livro (3)publicado (4)não de forma independente, mas numa editora de tradição no segmento evangélico, ou seja, ao pleno alcance de todos na época de sua publicação(1999.); e (5)cuja autora(Ana Maria da Costa.) e protagonista da história(ao lado do artista) encontra-se, até hoje, viva e gozando de saúde. Segundo seu relato, Ana Maria foi, nada mais, nada menos que a pessoa mais presente na vida de Cazuza, junto à Lucinha Araújo, em seus últimos 3 meses de vida. Foi a única acompanhante de enfermagem com a qual o cantor temperamental conseguiu se adaptar e, mais adiante, estabelecer um grande laço de amizade. Seu carinho e cuidado para com Cazuza foram fundamentais para que o roqueiro tivesse tido um final de vida mais tranquilo e, inclusive, para que seu quadro clínico melhorasse em certos momentos. Ele foi cativado de uma tal forma por Ana Maria que chegou ao ponto de tê-la como companhia imprescindível aonde quer que fosse.


Diante dos fatores listados acima, permita-me reformular a questão anterior indagando: quando foi que você, caro leitor, viu essa mulher(munida de uma história tão emocionante e que diz respeito a um verdadeiro fenômeno da cultura nacional que foi o Cazuza.) no Jô Soares? Quando foi que a viu no Serginho Groisman? Quando foi que a viu na Xuxa? Quando foi que a viu na Angélica ou no programa de seu marido? E na Marília Gabriela? Na Sônia Abrão, talvez? Quem sabe, então, na Luciana Gimenez? Nem nos canais a cabo??? Agora, vejamos... O que todos os apresentadores citados, bem como 99% daqueles que integram a mídia brasileira, tem em comum?


Resposta: o liberalismo. São todos responsáveis pela engenharia social que deixou nosso país como está hoje. São todos fantoches da elite global que possuem compromisso tão somente com suas contas bancárias e classe social. Em seguida, vem o que é ainda mais esquisito: nem os programas evangélicos abriram espaço para Maria da Costa ou mesmo para o anúncio de seu livro, publicado pela editora batista A.D.Santos. Falando em "batista", o que os batistas fizeram em relação a isso(seja em suas publicações e programas de TV e rádio, seja no boca a boca.). Nada mais coerente de se perguntar, já que não somente a A.D.Santos, como a própria Ana Maria da Costa também era batista.


Um abafamento total. Um boicote. Assim foi conduzido o lançamento do livro Fiz Parte Desse "Show" em 1999.


Uma bomba abafada que permanece sepultada até hoje mesmo perante o advento da internet. Nada mais natural se levarmos em consideração que estamos num país que, a despeito de suas fartas riquezas naturais capazes de sobrepujar facilmente o resto do mundo, seu principal chamariz internacional continua sendo a indústria da noite, a ideia de um paraíso tropical perfeito para a satisfação de todo tipo de fantasia(Rock In Rio, carnaval, funk, futebol, Lolopalooza, viradas culturais, réveillons, shows internacionais cada vez mais frequentes, prostituição, etc...). Não pense você, leitor, que o Brasil conquistou o direito de sediar uma Copa do Mundo emendada numa Olimpíada e, agora, deixará seus clientes, isto é, o turismo internacional a ver navios sobre suas principais expectativas quando aterrizam no solo tupiniquim. Por que você acha que, ao mesmo tempo em que querem legalizar a prostituição no Brasil, estão querendo reduzir a maioridade penal? E simples: para que a indústria da prostituição infantil que já ocorre cotidianamente debaixo dos nossos narizes possa se transformar em algo legal atendendo, destarte, à grande demanda que os muitos mega-eventos que teremos em breve(sem falar dos que já acontecem anualmente.) irá exigir e, consequentemente, trazendo um lucro tremendo ao governo às custas da exploração sexual das nossas mulheres e meninas.


Cazuza simbolizava isso tudo. Não me refiro à prostituição propriamente dita, mas à indústria que deriva ela. Pode imaginar o impacto que o testemunho de Ana Maria poderia provocar se fosse devidamente propagado? No mínimo, ele serviria para influenciar outras figuras famosas e queridas do povo, outros formadores de opinião quase tão grandes quanto ele. Por isso foi omitido. Tanto quanto as tragédias ocorridas durante o show dos Rolling Stones na praia de Copacabana, evento ovacionado pela mídia quase inteira. Tragédias que, assim como a possível conversão de Cazuza, não resolveriam problema algum caso fossem noticiadas, mas certamente trariam um desconforto, um incômodo, um obstáculo à agenda socialista que está sendo implantada neste país.


Dificilmente os fatos narrados no livro foram inventados ou alterados. Nem a mãe do cantor, Lucinha Araújo, nem qualquer outro familiar veio a público desmentir os fatos descritos ali. Por outro lado, me estranha que Lucinha, participante até hoje de tantos programas televisivos(além de ter participado de uma biografia e escrito outra que originou, por sua vez, um filme.) especiais sobre seu filho, jamais tenha mencionado Ana Maria da Costa. Sinceramente, quero me recusar a crer que ela omita isso por saber que a imagem do Cazuza que ainda vende é a imagem que o "mundo" aprendeu a amar. Me recuso a crer que ela proceda assim pensando unicamente nos aspectos comerciais(ou, no melhor dos casos, nas gordas doações feitas por essa mídia podre à Sociedade Viva Cazuza.). Prefiro achar que não passe de uma questão puramente religiosa, uma vez que se trate de uma mulher espírita.


A repercussão de uma provável conversão do cantor ao Evangelho, numa comparação com a Bíblia, equivaleria, quero crer; ao abalo de uma conversão de Barrabás junto à comunidade judaica da época. Lamentável. Uma publicação tão corajosa, ousada e honesta calada muito antes desta febre gay, deste fenômeno homossexualóide dos últimos dias.


A literatura em si é pequena, compacta, enxuta(61 páginas.). Pode ser levada para qualquer lugar e ser facilmente distribuída. Um livro de bolso perfeito que, caso voltasse a ser publicado, passaria facilmente pelas alfândegas socialistas que tem surgido em nossas escolas, empresas e repartições públicas. Escrita de maneira simples, sem um vocabulário muito rebuscado, poderia ser lida e compreendida por qualquer pessoa alfabetizada. De quebra, ainda traz fotografias da autora ao lado de Cazuza e sua mãe. Quero apenas enfatizar algo que, talvez, muitos não venham a perceber ao longo deste texto: de modo nenhum estou afirmando que Cazuza virou crente. O que estamos trabalhando aqui(o mesmo feito pelo livro, diga-se de passagem.) é unicamente a possibilidade disso ter ocorrido, fato que, por si só; seria impensável não fosse o testemunho da missionária e enfermeira vir à tona.




Encontrar esse livro hoje em dia é algo raro, seja em acervos particulares, seja em sebos. Ele teve uma tiragem de 3000 exemplares e parou por aí. A editora alega que uma ação judicial da parte da família de cazuza teria vetado as vendas de "Fiz Parte Desse Show". Para que tenham uma ideia, na mega-livraria chamada Estante Virtual (http://www.estantevirtual.com.br/), uma loja virtual contendo 11 milhões de livros disponíveis oriundos de 1300 sebos e livreiros cadastrados de todo o país; eu só encontrei 1 exemplar de Fiz Parte Desse "Show". Porém, nem tudo está perdido. O pdf dele pode ser baixado ou lido on-line pelos seguinte links:

http://pt.scribd.com/doc/23293988/Fiz-Pa...aria-Costa

http://www.4shared.com/file/143353435/76...costa.html



Para que os cristãos preconceituosos e cheios de pisar em ovos de plantão, faço questão de expor abaixo não somente o currículo da autora(na época.), como também algumas das principais passagens do livro.

SINOPSE DO LIVRO

"Para quem não sabe, Cazuza aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador antes de falecer, e todos os relatos verídicos estão no livro "Fiz Parte deste Show", escrito pela Sra. Ana Maria da Costa, que é membro da Primeira Igreja Batista do Andaraí e durante 3 anos e 3 meses conviveu com o cantor e compositor Cazuza, que lutou até o fim de sua vida com a AIDS."

Ela foi sua enfermeira e viveu intensamente com ele seus últimos anos de vida.

"Minha enfermeira me transmite paz e só Jesus dá essa paz".- Cazuza.

É um livro sensacional que certamente fortalecerá a sua fé, fazendo-te lembrar o quanto Deus pode te usar na sua obra!

Fonte: Livro - Fiz Parte Desse Show

Editora: A.D. Santos de Curitiba"

Aplicativo mantém você informado sobre a Igreja Perseguida


Você pode acompanhar pelo celular ou tablet as informações sobre os cristãos perseguidos em todo o mundo e ajudar esses trabalhos




App mantém você informado sobre a Igreja Perseguida


A organização Portas Abertas desenvolveu um aplicativo para dispositivos móveis que vai atualizar os interessados em informações sobre a Igreja Perseguida.

O app “Portas Abertas” oferece notícias, vídeos, devocional, fotos, pedidos de oração e outras informações para quem gosta de acompanhar e ajudar os irmãos perseguidos em todos os países do mundo.

Quem já acompanha o site da instituição pode acessar o conteúdo diretamente do aplicativo que pode ser baixado gratuitamente tanto no App Store (aqui), como no Google Play (aqui).

Para quem não conhece, a Portas Abertas é um ministério internacional que atua em prol dos cristãos perseguidos através de ações que visam contribuir e ajudar aqueles que sofrem por conta da fé, levando mensagens de encorajamento e ajuda financeira para diversos projetos de evangelização.

“Nossa missão é divulgar essa dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus, encorajando os brasileiros a orar, contribuir e se mobilizar no serviço e socorro à Igreja Perseguida”, diz a instituição.

Para acompanhar de perto o que a Portas Abertas tem desenvolvido e se envolver nesses projetos você pode fazer o download do app em seu smartphone ou tablet.

A VIDA DIÁRIA DE UM APÓSTOLO DE VERDADE


As cartas que Paulo escreveu à igreja de Corinto são as de maior cunho pessoal e que mais revelam como era a vida daquele que é considerado o maior apóstolo do Cristianismo, data vênia Pedro e os papistas.

Como era a vida diária de Paulo, um apóstolo de Cristo?

- evitava batizar muita gente, para que não se formasse um fã clube em torno do seu nome (1Co 1:14-17);

- evitava a ostentação de linguagem na pregação pelo mesmo motivo e pregava somente a Cristo e este crucificado (1Co 2:1-5).

- a razão é que ele queria evitar que pessoas se agregassem à igreja impressionadas por seus talentos e carismas e não pela fé em Jesus Cristo (1Co 2:5).

- ficava lembrando seu rebanho de que ele era um mero servo, junto com outros, e que seu sucesso em ganhar pessoas para Cristo se devia tão somente à graça de Deus e não a méritos próprios (1Co 3:5-9).

- insistia que Deus requeria dos apóstolos somente que fossem fiéis, e não que fossem bem sucedidos, diante da tentação de muitos de compararem os ministérios dele, de Apolo e de Pedro (1Co 4:1-3).

- era constantemente considerado – inclusive por pessoas que faziam parte das próprias igrejas que havia fundado – como condenado a morte, espetáculo ao mundo e aos anjos, louco, fraco e desprezível (1Co 4:9-10).

- em diversas ocasiões passou fome, sede e nudez; foi esbofeteado e não tinha moradia certa ou casa própria (1Co 4:11)

- trabalhava até cansar com as próprias mãos para garantir o seu sustento (1Co 4:12).

- era perseguido, injuriado, caluniado e considerado o lixo do mundo, mas não respondia nem revidava a nenhuma destas provocações (1Co 4:13).

- muitos achavam que ele não tinha o direito de receber sustento da igreja e nem de se fazer acompanhar de uma esposa nos trabalhos missionários intensos e cansativos. Por isto, ele trabalhava para se sustentar e se recusava a receber salário, ofertas, dízimos e contribuições das igrejas, quando fazer isto pudesse lançar dúvida sobre suas intenções (1Co 9:1-12).

- pregava e evangelizava nas igrejas de graça, sem nada pedir e nada receber, para não colocar empecilho ao Evangelho de Cristo (1Co 9:15-18), pois seu alvo era ganhar o maior número possível de pessoas.

- preocupava-se em ser irrepreensível, em controlar-se e manter suas paixões e desejos debaixo de controle, para poder ter autoridade para pregar (1Co 9:25-27).

- enfrentou a morte várias vezes no trabalho missionário, e em algumas delas considerou que sua hora de morrer tinha finalmente chegado (2Co 1:8-9).

- passava por constantes sofrimentos e angústias de coração por causa das igrejas e dos crentes a quem amava e por quem se preocupava individualmente (2Co 2:4).

- perdoava e pedia o perdão dos outros para aqueles que o haviam ofendido e prejudicado o seu trabalho (2Co 2:7-8).

- quando era necessário mostrar as suas credenciais de apóstolo, apontava para as multidões convertidas pelo Evangelho da cruz que pregava com simplicidade e no poder do Espírito (2Co 3:1-4).

- tomava o maior cuidado para não adulterar a mensagem do Evangelho, não andava com astúcia e nem procurava enganar seus ouvintes para tirar proveito financeiro deles (2Co 4:1-2).

- vivia como um condenado à morte, levando em seu corpo o morrer de Jesus na forma de privações, perseguições, sofrimentos, calúnias e injúrias, como meio da vida de Cristo se manifestar através dele (2Co 4:7-15).

- sua esperança e expectativa não estavam aqui, nas riquezas, propriedades e bens, mas o tempo todo ele faz menção da glória celestial, das coisas invisíveis e eternas que ele aguardava como recompensa de seus sofrimentos e trabalho (2Co 4:16-18).

- quando precisava se recomendar aos ouvintes como ministro de Cristo incluía em seu currículo as muitas aflições, angústias, privações, açoites, prisões, tumultos, vigílias e jejuns no trabalho do Senhor (2Co 6:4-10).

- ainda nesta lista incluía os 39 açoites recebidos dos judeus pelo menos 5 vezes, ser fustigado com varas 3 vezes, 3 naufrágios, apedrejamentos, perigos de salteadores e assassinos, além do peso constante da responsabilidade das igrejas que pesava sobre seus ombros (2Co 11:29).

- passou privações e teve de trabalhar arduamente para não ser pesado às igrejas onde receber oferta seria dar motivo para a acusação de mercenário (2Co 11:7-9).

- apresentava como motivo de gloria o fato de que uma vez teve que fugir de uma cidade escondido em um cesto e descido pelos irmãos pela muralha, para poder escapar com vida (2Co 11:30-33).

- lutava diariamente com um doloroso espinho na carne, que o abatia e fazia sofrer e clamar a Deus, mas sem resposta a não ser a provisão da graça para poder suportá-lo (2Co 12:7-10).

Muitos hoje se consideram apóstolos de Cristo tanto quanto Paulo e os Doze. É só comparar...

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